Posts Tagged ‘ música

Faça a Experiência – com Cia. de Dança Sublime Expressão COT e Banda COT

Assista ao novo clipe da Cia. de Dança Sublime Expressão COT e Banda COT!

Faça a Experiência! (J.V)
Banda COT e Cia. de Dança Sublime Expressão COT

(Inspirado em: Mc 8,38; Mt 16, 18; 1Cor 2,9; 2Tm 2,15;
Hb 12,25; Ap 20,10; Gn 28, 17; Is 64,4.)

Faça a experiência do extraordinário, do inesperado!
Faça a experiência! Não desconfie, não recuse, não queira medir.
Faça a experiência! A experiência mais deleitável.
Descubra sua vocação!

Se não experimentar, não vai ter na vida o sentimento mais agradável.
Não vai saborear o saber, a instrução, os conhecimentos vastos,
A ciência de Jesus você não pode perder.
Sua doutrina é confiável, está edificada sobre princípios certos, certos…

Quem não crer, num lago de fogo e de enxofre, vai arder.
Saia do mundo, fuja dele, os portões do inferno estão abertos.
Falo da experiência, do que excede razão e toda ponderação.
Falo de surpreendente, pasmo, assombro, grande admiração.
Falo de sentimento aprazível que se apodera da mente e do coração.

Quem na vida tiver a experiência do chamado de Jesus, ouvir.
A voz que fala e convida a seguir.
No Caminho, na Verdade e na Vida atrás de Jesus deve ir, deve ir…

Faça a experiência do extraordinário, do inesperado!
Faça a experiência! Não desconfie, não recuse, não queira medir.
Faça a experiência! A experiência mais deleitável.
Descubra sua vocação.

Se não escaparam do castigo aqueles que se desviaram
Quando Deus lhes falava na terra.
Muito menos escaparão os que O repelirão, os repelem, os repeliram.
Quando Ele falava desde o Céu, aos que O amaram,
aos que O amam, aos que O amarão.
Você que ouve! Você ama, amará a Jesus ou está junto com os que O amaram?

Não tema com o Reino de Deus se comprometer.
Por ele dar a vida com empenho, é uma obrigação, uma missão, um dever.
É bom crescer no conhecimento e na graça da pessoa de Jesus
e Nele amadurecer.
É gostoso sair da vida exterior, ir pra vida interior e nela permanecer.

Valioso é o silêncio no segredo.
Na solidão da alma que tem sossego.
Na vida só tem Deus por apego.
Que a Jesus ama e não tem medo, não tem medo, não!

Faça a experiência do extraordinário, do inesperado.
Faça a experiência! Não desconfie, não recuse, não queira medir.
Faça a experiência! A experiência mais deleitável.
Descubra sua vocação!

Quem na vida de Jesus não se envergonhar.
Quem nas Suas Palavras crer e confiar.
Somente nelas esperar, por elas sem cessar procurar.
O Filho do Homem na glória de seu Pai o amará sem deixar de amar.

Você fez a experiência, conheceu a Jesus pessoalmente.
Empenhe-se agora para se apresentar confiantemente,
Diante de Deus, como pessoa digna de aprovação, que não mente.
Obreiro que não vive vergonhosamente.
Íntegro distribuidor da palavra da verdade que carrega a cruz
como um valente, um valente seguidor de Jesus.

Falado:
Você fez a experiência, viu o que excede a razão e toda ponderação.
Fez a experiência do surpreendente, do pasmo, do assombro,
com grande admiração.
Fez a experiência do sentimento aprazível
que se apoderou de sua mente e coração.
Fez a experiência do extraordinário, do belo, do inesperado,
descobriu sua vocação.

Cantado:
Viu que tudo que lhe falei não era exageração.
Viu que tudo que lhe desafiei ainda faltou mais profundidade,
mais conhecimento e mais meditação.
Você experimentou.
Agora sabe, tudo é verdade, tudo é autêntico, tudo é real, nada é imaginação.

Os olhos não viram, nem os ouvidos ouviram,
Nem os corações humanos imaginaram
Os bens que Deus tem preparado para aqueles que O amam
e não somente amaram.
E se não experimentou, então:

Faça a experiência do extraordinário, do inesperado.
Faça a experiência! Não desconfie, não recuse, não queira medir.
Faça a experiência! A experiência mais deleitável.
Descubra sua vocação! (3x)

Viu que tudo que lhe falei não era exageração!

As raízes da contracultura e a formação da geração pós-cristã

“Se a serpente morde por erro de encantamento, não vale a pena ser encantador”. (Ecl 10,11)

Faremos um parêntese em nosso estudo para ilustrar como são levadas a efeito as mudanças comportamentais dos povos, orquestradas sinistramente pelo governo oculto do mundo.

Abordaremos exclusivamente as mudanças influenciadas por meio da música, desde a década de 60 para cá, conforme previra a Virgem Santíssima em outras localidades onde se manifestara. (Cf. 17.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM QUITO, EQUADOR, (1594)27.- O APOCALIPSE DE LA SALETTE: “O CORAÇÃO DAS MENSAGENS DE MARIA” (1846) e também 45.- MENSAGEM DE MARIA SANTÍSSIMA EM BAYSIDE, QUEENS, NEW YORK, ESTADOS UNIDOS (1970)).

Como fazer a cabeça de milhões de pessoas, mudando-lhes o comportamento e invertendo-lhes totalmente seus valores morais espirituais

Beatles

Os Beatles, discípulos assumidos do guru indiano Maharishi. No campo da música, o governo ocultocontinuaria a ofuscar ostensivamente a imagem de Jesus e do Evangelho substituindo-os com a explosão das doutrinas orientalistas / espiritualistas / ocultistas / esotéricas, num mega movimento generalizado denominado “era de aquário”, ou “nova era”. Assim, impunha-se as bases do que se pretende oficializar como “religião planetária” —gnóstica e panteísta, e que aclamará o avatar da “nova era”, ou o anticristo

Não é de estranhar que sejam cristãos, jocosamente qualificados de “fundamentalistas”, os que mais batem de frente contra a impostura perpetrada pelo governo oculto do mundo e já profundamente assimilada pela chamada civilização pós-cristã.

É comum perguntarmos o por quê de o mundo encontrar-se do jeito que se encontra. Mas realmente bem poucos de nós temos nos preocupado em fazer uma análise crítica dos últimos momentos históricos decisivos que geraram mudanças tão rápidas, inesperadas e profundas no comportamento psicossocial ocidental.

Em um interessante e bem embasado artigo de Donald Phau, denominado “As Raízes Satânicas do rock”, com inserções de comentários feitos pela Dial-the-Truth, temos uma idéia mais crua do que foram as raízes do movimento da contracultura, que ostensivamente protagonizou a “nova era”. (1) Ou seja, como fazer a cabeça de milhões de pessoas, mudando-lhes o comportamento e invertendo-lhes totalmente seus valores morais espirituais.

O artigo de Phau faz uma análise enfocando apenas aspectos da contracultura no campo da música. Não tem por objetivo aprofundar em questões econômicas, políticas, etc.

A música rock eletrônica moderna, inaugurada no início dos anos 60, é, e sempre foi, um empreendimento conjunto da inteligência militar britânica e das seitas satânicas

Beatles

Assim como todos os “astros” do rock, o grupo inglês não passou de uma das criações totalmente artificiais da mídia. Sua imagem pública, bem como sua música, é fabricada atrás dos bastidores pelos controladores do esquema

Portanto, vejamos o que diz esse autor cristão:

“A música rock eletrônica moderna, inaugurada no início dos anos 60, é, e sempre foi, um empreendimento conjunto da inteligência militar britânica e das seitas satânicas. De um lado, os satanistas controlam os principais grupos de música rock por meio das drogas, do sexo, das ameaças de violência, e até do assassinato. Do outro lado, a publicidade, os tours, e as gravações são financiadas por empresas conectadas com os círculos de inteligência militar britânicos. Ambos os lados estão intimamente interconectados com o maior negócio do mundo, o tráfico internacional de drogas”.

Na verdade, não apenas a inteligência militar britânica, mas também americana e outras organizações em que o braço invisível do governo oculto do mundo manipula. Com relação ao tráfico internacional de drogas, além do dinheiro, o que está mesmo em questão é a escravidão de consciências, a manipulação das massas.

Os chamados “astros do rock” são na verdade marionetes patéticos presos em um esquema muito maior

Keith Richards

No momento em que recebem as primeiras verbas de direitos autorais, os grupos de rock já estão profundamente imersos nas drogas

Phau chama atenção para um fato óbvio, incontestável: as primeiras vítimas do mundo do rock são suas próprias celebridades:

“Os assim chamados ‘astros do rock’ são na verdade marionetes patéticos presos em um esquema muito maior. No momento em que recebem as primeiras verbas de direitos autorais, os grupos já estão profundamente imersos nas drogas. Por exemplo, ‘astros’ muito admirados, como John Lennon, dos Beatles, e Keith Richards, dos The Rolling Stones, eram viciados em heroína. Richards precisou fazer uma transfusão e substituir todo seu sangue contaminado para conseguir passar em um exame e obter seu visto para ir aos Estados Unidos. [Tony Sanchez, Up and Down with the Rolling Stones, pg 319]

No caso específico de Keith Richards, apesar de sexagenário, seus comportamentos excêntricos e doentios continuam empolgando o universo business. Como na declaração feita à impensa afirmando que cheirou com cocaína as cinzas do próprio pai, Bert, falecido em 2002 aos 84 anos (Cf. BBC Brasil.‘Cheirei as cinzas do meu pai’, diz Keith Richards. 04 de abril, 2007. http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2007/04/
070404_richardsnmeg.shtml).

Criações totalmente artificiais da mídia

Beatles

Os 'astros do rock' são também criações totalmente artificiais da mídia. Sua imagem pública, bem como sua música, é fabricada atrás dos bastidores pelos controladores do esquema

Música e imagem fabricadas atrás nos bastidores pelos controladores do esquema é a fórmula infalível para ganhar o coração da garotada, conforme foi o caso dos Beatles.

“Os ‘astros do rock’ são também criações totalmente artificiais da mídia. Sua imagem pública, bem como sua música, é fabricada atrás dos bastidores pelos controladores do esquema. Por exemplo, quando os Beatles foram aos EUA pela primeira vez em 1964, foram recebidos no aeroporto por centenas de adolescentes histéricas. A imprensa nacional imediatamente anunciou que a ‘Beatlemania’ tinha conquistado os Estados Unidos. No entanto, os promotores dos Beatles tinham transportado as adolescentes de uma escola de meninas no bairro do Bronx, em Nova York. Elas foram contratadas para recepcionar os Beatles com gritos e delírios.

De 1963 a 1970, os Rolling Stones ganharam mais de 200 milhões de dólares, porém os membros do grupo estavam à beira da falência

Stones

De 1963 a 1970, os Rolling Stones ganharam mais de 200 milhões de dólares, porém os membros do grupo estavam à beira da falência. Nenhum deles tinha a menor idéia de para onde ia o dinheiro

Citando os Beatles e os Rolling Stones como exemplo, Phau chama nossa atenção para o fato de que, a partir da Inglaterra, o ocidente digeria uma nova cultura.

“O dinheiro dos grupos de rock dos anos 60, que em alguns casos chegava a centenas de milhões de dólares, também estava sob o controle dos promotores conectados com as multidões. De 1963 a 1970, os Rolling Stones ganharam mais de 200 milhões de dólares, porém os membros do grupo estavam à beira da falência. Nenhum deles tinha a menor idéia de para onde ia o dinheiro.

“Entre 1963 e 1964 os Beatles e os Rolling Stones tomaram a cultura ocidental. Essa invasão iniciada a partir da Inglaterra foi bem planejada e executada no momento certo. Os EUA tinham acabado de sofrer com o choque do assassinato do Presidente John Kennedy, enquanto que nas ruas o movimento de massa pelos direitos da cidadania tinha feito uma grande passeata na capital Washington, liderada por Martin Luther King, com 500.000 pessoas. A contracultura do rock seria usada como uma arma para destruir esses movimentos políticos.

Os concertos de rock foram planejados como um meio de fazer aliciamento em massa para a contracultura saturada das drogas e do sexo sem compromisso

Woodstock

No final da década de 60 e início da de 70 os festivais de rock foram claramente utilizados para disseminação da cultura das drogas e da degeneração moral. "Tomem apenas meio comprimido (LSD)", foi o conselho para quase 500 mil pessoas, dado por ninguém menos que Wavy Gravy, agente do MK-Ultra

É fato histórico —e só não admite isso quem é vítima ou então faz parte do jogo— que os grandes concertos de rock ao ar livre, os famosos festivais de rock, foram usados para conter o crescente descontetamento da população. Assim tirava-se o foco sobre personalidades e acontecimentos importantes de então.

“Posteriormente, em 1968 e 1969, anos em que ocorreram as greves de estudantes e trabalhadores nos EUA e na Europa, grandes concertos de rock ao ar livre foram usados para conter o crescente descontentamento da população. Os concertos de rock foram planejados como um meio de fazer aliciamento em massa para a contracultura saturada das drogas e do sexo sem compromisso. Para os milhões que iam a esses concertos, milhares de comprimidos da droga alucinógena LSD, estavam gratuitamente disponíveis. Essas drogas eram secretamente colocadas em refrigerantes como Coca-Cola, tornando milhares de vítimas incautas em psicóticos selvagens. Muitas dessas vítimas cometeram o suicídio. (Cf. 47.- A hora e o poder das trevas e também 49.- O poder das trevas acima da lei e dos governos ).

Nos últimos trinta anos, a civilização ocidental esteve sob a mira de um plano deliberado de guerra cultural, com o propósito de eliminar a herança cultural judaico-cristã

Beethoven

Menos de meio século atrás, nossas filhos estudavam violino e piano, aprendendo a música dos grandes compositores eruditos, como Bach, Mozart e Beethoven

Corajosamente, Phau chama nossa atenção para o fato de que as mesmas companhias de discos que hoje promovem o rock ‘pauleira’ satânico executaram operações secretas para destruir a herança musical dos grandes compositores clássicos.

“Menos de meio século atrás, nossas filhos estudavam violino e piano, aprendendo a música dos grandes compositores eruditos, como Bach, Mozart e Beethoven. Como mostraremos, as mesmas companhias de discos que hoje promovem o rock ‘pauleira’ satânico executaram operações secretas para destruir a herança musical dos grandes compositores clássicos.

“Nos últimos trinta anos, a civilização ocidental esteve sob a mira de um plano deliberado de guerra cultural, com o propósito de eliminar a herança cultural judaico-cristã. O sucesso desse plano precisa ser impedido. Para que o leitor possa combater melhor esse mal, voltaremos em mais de trinta anos no tempo, quando aqueles quatro rapazes ingleses inocentes de Liverpool, os Beatles, estavam começando.

A CRIAÇÃO DOS BEATLES

Beatles

Os Beatles no Cavern Club. Começaram a se apresentar no final dos anos 50 em clubes de jazz na Inglaterra e na Alemanha Ocidental. Esses clubes, sempre localizados na parte mais degradada das cidades, serviam como pontos de prostituição e de circulação de drogas

Avaliando como exemplo a criação dos Beatles podemos ter idéia —com algumas variáveis— do que é a criação de todos os ídolos do mundo business que se sucedem em nossa época.

“Os Beatles começaram a se apresentar no final dos anos 50 em clubes de jazz na Inglaterra e na Alemanha Ocidental. Esses clubes, sempre localizados na parte mais degradada das cidades, serviam como pontos de prostituição e de circulação de drogas. Phillip Norman, biógrafo dos Beatles, escreve: ‘O único compromisso regular que eles tinham eram em um clube onde havia dançarinas seminuas. O dono do clube pagava dez shillings a cada um deles para tocar seus violões enquanto uma dançarina chamada Janice tirava lentamente suas roupas diante de um público formado por marinheiros, alguns executivos e habituésenvergonhados que deixavam suas capas de frio no colo’. [Phillip Norman, Shou! The Beatles in Their Generation, pg 81]

A esses cenários decadentes e viciosos a modernidade compreende como “cult”, isto é, ponto ou centro de disseminação cultural.

Longe da figura de inocência, os Beatles, mesmo em suas primeiras apresentações, estavam sempre sob o efeito de uma droga chamada Preludin

Anfetamina

John Lennon soltava espuma pela boca, pois tinha tomado muitos comprimidos... ele começou a ter um comportamento estranho no palco, dando saltos e deitando-se no chão...

O ambiente cult gestador das celebridades contemporâneas é sempre o mesmo: prostituição, rebeldia, drogas, extravagências, dinheiro fácil…

“Os Beatles tiveram seu primeiro sucesso na Alemanha, em agosto de 1960, quando fizeram uma apresentação em um clube de jazz no famoso bairro Reeperbahn, em Hamburgo. Descrevendo a área, Norman diz que ela tinha ‘janelas iluminadas com luz vermelha, onde prostitutas com todos os tipos de roupas extravagantes, de todas as idades, de ninfetas a velhotas… Tudo era livre; tudo era fácil; o sexo era fácil… ele vinha até você.’ [Phillip Norman, ibidem, pg 91]

“Longe da figura de inocência, os Beatles, mesmo em suas primeiras apresentações, estavam sempre sob o efeito de uma droga chamada Preludin, ‘John Lennon soltava espuma pela boca, pois tinha tomado muitos comprimidos… ele começou a ter um comportamento estranho no palco, dando saltos e deitando-se no chão… O fato de o público alemão não conseguir entender nada do que ele cantava, fazia John Lennon gritar ‘Seig Heil!’ e ‘seus nazistas f******’, ao que o público invariavelmente respondia rindo ou batendo palmas.’ [Phillip Normal, ibidem, pg 152, 91]

Na verdade, é regra no show business que o público, uma vez dominado, torna-se uma massa inconsciente facilmente moldável, manipulável, totalmente à mercê dos ditames de seus ídolos.

A tática do governo oculto do mundo é sempre inverter significados e valores

Freiras

John Lennon ficava em um lugar alto, zombando das pessoas que dirigiam-se à igreja de São José. Ele amarrou um preservativo cheio de água em uma escultura de Jesus Cristo e fixou-a à vista das pessoas que iam à igreja. Certa vez ele urinou sobre a cabeça de três freiras que caminhavam na rua embaixo

Como passaremos a observar a partir desse ponto do artigo de Phau, é o ataque ferrenho que passa a ser mobilizado única e exclusivamente ao Cristianismo e seus valores espirituais. Jesus passa a ser única e exclusivamente o alvo. Nenhuma outra religião, apenas o Cristianismo torna-se motivo de desprezo e mesmo ódio declarado. Sobretudo, na instituição que o representa na Terra, a Igreja Católica.

Como podemos observar:

“Fora dos palcos, os Beatles também eram perversos. Norman continua, ‘durante o tempo em que passaram em Hamburgo, todos os domingos, John Lennon ficava em um lugar alto, zombando das pessoas que dirigiam-se à igreja de São José. Ele amarrou um preservativo cheio de água em uma escultura de Jesus Cristo e fixou-a à vista das pessoas que iam à igreja. Certa vez ele urinou sobre a cabeça de três freiras que caminhavam na rua embaixo’. [Norman, ibidem pg. 152]

A tática do governo oculto do mundo é inverter significados e valores, conforme estamos vendo neste estudo. (Cf. 13.- A Gnose relativiza o mal como mera contraparte do bem até inverter-lhes o sentido ).

Transformando as músicas simples e pobres dos Beatles em grandes sucessos de gravação

Beatles no estúdio

Sob a rigorosa supervisão de George Martin, o diretor de gravação da EMI, e de Brian Epstein, os Beatles foram banhados, escovados, vestidos, e seu cabelo estilizado no 'corte dos Beatles'. O diretor da EMI, George Martin, foi quem criou os Beatles em seu estúdio de gravação

Vejamos agora como se convence milhões de pessoas a desabituarem-se de algo bom, como a música clássica e passar a apreciar a crueza selvagem e musicalmente miserável da música rock.

“Enquanto estavam em Hamburgo, em 1962, os Beatles receberam um telegrama de seu empresário, um indivíduo homossexual chamado Brian Epstein, que estava na Inglaterra. ‘Parabéns. A EMI quer fazer uma sessão de gravação com vocês’, dizia a mensagem. A EMI era uma das maiores gravadoras da Europa e seu papel na promoção dos Beatles seria fundamental no futuro.

“Sob a rigorosa supervisão de George Martin, o diretor de gravação da EMI, e de Brian Epstein, os Beatles foram banhados, escovados, vestidos, e seu cabelo estilizado no ‘corte dos Beatles’. O diretor da EMI, George Martin, foi quem criou os Beatles em seu estúdio de gravação.

“Martin era um músico de formação clássica, e tinha estudado oboé e piano na Escola de Música de Londres. Os Beatles não sabiam ler partitura nem tocar nenhum outro instrumento, exceto o violão. Para Martin, a musicalidade dos Beatles era uma piada de mau gosto. Na primeira gravação deles, ‘Love Me Do’, Martin substituiu Ringo na bateria por um músico contratado pelo estúdio, pois achava que Ringo ‘não tinha capacidade nem para tocar tambor na selva’. Daquele momento em diante, Martin transformaria as músicas simples e pobres dos Beatles em grandes sucessos de gravação.

Comparadas à genialidade e às estruturas das sinfonias elaboradas pelos grandes mestres da música, musicalmente falando o rock, na verdade, é um grotesco e ensurdecedor grunhido tribal.

LOCKWOOD E EMI

London Palladium

Desde o início, a EMI criou o mito da grande popularidade dos Beatles. Em agosto de 1963, na primeira importante apresentação que fizeram na televisão, no London Palladium, milhares de fãs supostamente compareceram

Agora vejamos como a EMI, desde o início, criou o mito dos Beatles.

“A EMI [Electrical and Mechanical Instruments], presidida pelo aristocrata Sir Joseph Lockwood, é uma das principais fabricantes de eletrônica militar da Grã-Bretanha. Martin era diretor da subsidiária da EMI, a Parlophone. Em meados dos anos 60, agora chamada Thorn EMI, criou uma divisão de música que tinha crescido para 73.321 funcionários e tinha vendas anuais de mais de 3 bilhões de dólares.

“A EMI era também um membro fundamental no círculo da inteligência militar britânica.

“Após o fim da guerra, em 1945, a produção européia da EMI, presidida por Walter Legge virtualmente dominou as gravações de música clássica, firmando contratos com dezenas de músicos clássicos e cantores líricos alemães, que naquela época estavam passando fome. Os músicos que procuravam preservar a tradição das apresentações da música de Beethoven e de Brahms eram relegados ao esquecimento enquanto que os ex-membros do Partido Nazista foram promovidos. Legge assinou um contrato de gravações com o Herbert Von Karajan, promovendo-o ao status de astro, enquanto grandes maestros, como Wilhelm Furtwangler foram ignorados.

“Desde o início, a EMI criou o mito da grande popularidade dos Beatles. Em agosto de 1963, na primeira importante apresentação que fizeram na televisão, no London Palladium, milhares de fãs supostamente compareceram. No dia seguinte, todo jornal de grande circulação na Grã-Bretanha tinha uma chamada na primeira página com uma foto dizendo, ‘Polícia esforça-se para conter a agitação de 1.000 adolescentes’

“No entanto, a foto exibida nos jornais foi recortada e somente três ou quatro das ‘adolescentes agitadas’ apareciam. A história era uma fraude. De acordo com um fotógrafo que estava no local, ‘Não houve agitação alguma. Eu estava lá e vi. Eram oito garotas, talvez menos.’ [Norman, ibidem, pg 188]

Ao retornarem para a Inglaterra, os Beatles foram recompensados pela aristocracia britânica, à qual serviam tão bem

Condecorados

Ao retornarem dos EUA para a Inglaterra, os Beatles foram recompensados pela aristocracia britânica, à qual serviam tão bem. Em outubro de 1965, os quatro foram agraciados com a Ordem da Cavalaria, e receberam da Rainha Elizabeth II a distinção de Membros do Império Britânico no Palácio de Buckingham

Aos poucos, a popularidade dos Beatles ganhava notoriedade, influenciando o comportamento de milhões de jovens ocidentais.

“Em fevereiro de 1964, o mito dos Beatles chegou aos EUA, completo com a histeria orquestrada no aeroporto Kennedy de Nova York, mencionada anteriormente. Para iniciar o primeiro tour, a mídia criou uma das maiores audiências de massa na história. Por dois domingos consecutivos, um fato até então inédito, no programa Ed Sullivan Show, mais de 75 milhões de americanos assistiram os Beatles balançando suas cabeças e corpos em um ritual que logo seria imitado por centenas de outros grupos de rock. Ao retornarem para a Inglaterra, os Beatles foram recompensados pela aristocracia britânica, à qual serviam tão bem. Em outubro de 1965, os quatro foram agraciados com a Ordem da Cavalaria, e receberam da Rainha Elizabeth II a distinção de Membros do Império Britânico no Palácio de Buckingham.

Opondo-se à figura bem comportada dos Beatles, fabricou-se a imagem rebelde e marginal dos Rolling Stones

Opostos

Os Beatles, com sua imagem de bem comportados, precisavam de uma banda com características opostas

Svali, a ex-iluminista que rompeu com os Illuminati afirma que as sociedades secretas que orquestram os eventos no sentido da implantação da “nova ordem mundial”, em tudo que fazem procuram criar um equilíbrio colocando em operação forças contrárias (yang e ying), valendo-se de uma dosagem gradativa de inversões de significados e valores sobre o comportamento das pessoas, até alcançarem seus objetivos finais.

Os Beatles, com sua imagem de bem comportados, precisavam de uma banda com características opostas. Assim, fabricou-se a imagem rebelde e marginal dos Rolling Stones para fomentar rivalidades e adesões para os dois lados. (Cf. 15.- A verdadeira face do “deus” da nova era ).

SAINDO DO PÓ: OS ROLLING STONES

Stones

Embora aparentemente fossem concorrentes, os Rolling Stones na verdade eram simplesmente dois lados da mesma operação. A primeira gravação de sucesso dos Stones foi na verdade composta pelos Beatles, e foi George Harrison quem cuidou de todos os detalhes para o primeiro contrato de gravação dos Stones

Embora aparentemente os Rolling Stonres fossem concorrentes, na verdade eram simplesmente dois lados da mesma operação

“O crédito pela origem do rock claramente satânico dos grupos ‘heavy metal’ atuais pode ser atribuído ao grupo inglês The Rolling Stones. A ascensão deles à fama estava conectada com a dos Beatles.

“Os Stones, como são chamados, eram abertamente caracterizados como contrapeso dos Beatles. ‘Os Stones eram ‘egoístas’, ‘sujos’ e ‘rebeldes’, enquanto que os Beatles tinham [inicialmente] o aspecto de serem bem comportados. Embora aparentemente fossem concorrentes, na verdade eram simplesmente dois lados da mesma operação. A primeira gravação de sucesso dos Stones foi na verdade composta pelos Beatles, e foi George Harrison quem cuidou de todos os detalhes para o primeiro contrato de gravação dos Stones.

E essas participações em composições e gravações das duas bandas não parariam por aí no decorrer de suas carreiras.

“Vamos fazer de vocês exatamente o oposto daqueles limpos e engomados Beatles. Quanto mais os pais detestarem vocês, mais os filhos os amarão”

Stones ao vivo

O empresário dos Rolling Stones, Andrew Oldham, ficou entusiasmado com a resposta do público. 'Vamos fazer de vocês exatamente o oposto daqueles limpos e engomados Beatles. Quanto mais os pais detestarem vocês, mais os filhos os amarão. Apenas esperem e vejam

Andrew Oldham, empresário dos Rolling Stones, entusiasmou-se ao ver a receptividade positiva por parte do público.

“Seguindo o mesmo plano de jogo que os Beatles, na primavera de 1963, os Rolling Stones apareceram em um dos programas familiares mais populares na televisão da Inglaterra, Thank You Lucky Stars[Obrigado, Estrelas da Sorte]. Desta vez, porém, a reação dos telespectadores de meia-idade foi bem diferente da que os Beatles provocou. Centenas de cartas furiosas foram enviadas à emissora. Uma carta típica dizia assim: ‘É uma desgraça que rapazes grosseiros e de cabelos compridos como esses possam aparecer na televisão. A aparência deles é repulsiva.’

“No entanto, o programa teve exatamente o efeito planejado. O empresário dos Rolling Stones, Andrew Oldham, ficou entusiasmado com a resposta do público. ‘Vamos fazer de vocês exatamente o oposto daqueles limpos e engomados Beatles. Quanto mais os pais detestarem vocês, mais os filhos os amarão. Apenas esperem e vejam.’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 17]

Como os Beatles e os Rolling Stones foram usados para transformar toda uma geração em seguidores pagãos da nova era

Stones no programa Ed Sullivan Show

Em 1964, os Rolling Stones apareceram no programa Ed Sullivan Show, exatamente como os Beatles tinham feito anteriormente. Desta vez, porém, a audiência de todo o país viu o estúdio de televisão ser colocado abaixo pelos fãs dos Stones

É fato incontestável que a partir dos Beatles e dos Rolling Stones iniciou-se um novo momento cultural em nossa civilização.

“Em 1964, os Rolling Stones apareceram no programa Ed Sullivan Show, exatamente como os Beatles tinham feito anteriormente. Desta vez, porém, a audiência de todo o país viu o estúdio de televisão ser colocado abaixo pelos fãs dos Stones. Após o incidente, Sullivan disse no ar: ‘Prometo uma coisa a vocês, eles nunca mais voltarão a este programa’. A publicidade, porém, foi exatamente a desejada. Dentro de alguns meses, os discos do grupo estavam vendendo milhões de cópias.

“O plano era agora usar os Beatles e os Rolling Stones como os meios de transformar toda uma geração em seguidores pagãos da nova era, seguidores que poderiam ser moldados na futura liderança de um movimento satânico e depois ocupar nossas escolas, a justiça, a polícia e a liderança política.

O que estamos vendo aqui não é ficção. Estamos entendendo melhor a trama empregada pelo governo oculto para inverter o sentido de denominar-se cristão como algo ridículo, e, ao contrário, passar a denominar-se satanista, cultuando a figura de Lúcifer e seus lacaios tornar-se algo notável. Uma postura que passaria a ganhar cada vez mais espaço —descarada e abertamente— nas artes e nas mídias, encubando a decadência da juventude pagã e amoral que sucederia.

Agora veremos que o combustível doutrinal, ideológico, a ambiguidade filosófica que moveria a geração revolucionária que passaria imediatamente a aderir as práticas da “nova era” veio diretamente do governo oculto a partir das sombras das sociedades secretas iluministas/satanistas. (Cf. 22.- Estranhas conexões ).

SATANÁS ENTRA EM CENA

Anger

Um elo-chave entre os Rolling Stones e a Igreja do Processo foi Kenneth Anger, um seguidor do 'pai fundador' do satanismo moderno, Aleister Crowley. Na ampla tatuagem em seu peito lê-se a palavra “Lucifer”

Dando prosseguimento ao artigo de Donald Phau, passaremos a compreender a via satânica atuando na essência e na inspiração do movimento da contracultura.

“Em seu livro, The Ultimate Evil (O Derradeiro Mal), o investigador e autor Maury Terry escreve que, entre 1966 e 1967, a seita satânica The Process Church [Igreja do Processo], ‘procurou aliciar os Rolling Stones e os Beatles’. Durante esse período, Terry informa que uma foto da namorada de Mick Jagger, o líder da banda The Rolling Stones, Marianne Faithfull, apareceu em uma edição da revista publicada pela seita, The Process Magazine.

“A foto mostrava-a deitada de frente segurando uma rosa, como se estivesse morta. O livro de Terry implica a seita Igreja do Processo nos múltiplos assassinatos perpetrados por Charles Manson e o Filho de Sam. Foi o ex-advogado da Igreja do Processo, John Markham, quem recentemente moveu a acusação contra Lyndon LaRouche.

Um elo-chave entre os Rolling Stones e a Igreja do Processo

Mick e Anita

Em Londres, o ocultista Anger tinha conseguido aliciar para o satanismo a namorada de um dos Rolling Stones, Anita Pallenberg. Pallenberg tinha conhecido os Stones em 1965. Ela começou imediatamente a manter um relacionamento sexual com três dos cinco membros da banda. Na foto, com Mick Jagger, líder da banda

Como veremos a seguir, o elo entre estrelas do rock com o satanismo não é meramente uma jogada banal de marketing. É uma opção, uma escolha, uma decisão pessoal da parte das estrelas do rock em trocar a própria alma pelo sucesso. Buscar nas forças espirituais da escuridão sua força e delas tornar-se lacaios conscientes.

“Um elo-chave entre os Rolling Stones e a Igreja do Processo foi Kenneth Anger, um seguidor do ‘pai fundador’ do satanismo moderno, Aleister Crowley. Anger, que nasceu em 1930 e foi um ator-mirim em Hollywood na infância, tornou-se um discípulo devoto de Crowley.

“Crowley nasceu em 1875 e era chamado de ‘A Grande Besta’. Sabe-se que, em seu papel de sumo-sacerdote, ou ‘mago’ de Satanás, ele praticava o sacrifício ritual de crianças regularmente. Crowley morreu em 1947 devido às complicações causadas pela dependência à heroína. Antes de morrer, estabeleceu conciliábulos satânicos em muitas cidades norte-americanas, incluindo Hollywood. Anger, como Crowley, é um mago, e parece ser o herdeiro dele.

“Anger tinha dezessete anos quando Crowley morreu. Naquele mesmo ano, 1947, Anger já estava produzindo e dirigindo filmes que, mesmo para os padrões de hoje, são cheios de pura perversidade.

“Durante 1966-67, quando sabe-se que a Igreja do Processo estava aliciando em Londres, Anger também estava na cena. O autor Tony Sanchez descreve que Mick Jagger e Keith Richards, da banda The Rolling Stones, e suas namoradas Marianne Faithfull e Anita Pallenburg, ‘ouviam encantados Anger apresentar-lhes os poderes e as idéias de Aleister Crowley.’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 155]

Sabemos que a influência de Aleister Crowley é enorme nas novas gerações de artistas dos mais variados segmentos. Nesse artigo estamos avaliando apenas dois casos: os Beatles e os Rolling Stones. (Cf. 53.- Entretenimento, violência, sexo e lavagem cerebral ).

A Ascensção de Lúcifer

Lavey

Enquanto esteve na Inglaterra, Anger trabalhou em um filme dedicado a Aleister Crowley, chamado Lucifer Rising ['A Revolta de Lúcifer', ou 'A Ascensão de Lúcifer']. O filme juntava a Igreja do Processo, a seita 'A Família', de Manson, e os Rolling Stones. A música para o filme foi composta por Mick Jagger

Veremos que há um fio invisível enleando personalidades artísticas, música, sexo, ocultismo, crime, droga e, consequentemente, influenciando na modelagem do perfil das novas gerações que se seguiriam a partir de então.

“Enquanto esteve na Inglaterra, Anger trabalhou em um filme dedicado a Aleister Crowley, chamado Lucifer Rising ['A Revolta de Lúcifer', ou 'A Ascensão de Lúcifer']. O filme juntava a Igreja do Processo, a seita ‘A Família’, de Manson, e os Rolling Stones. A música para o filme foi composta por Mick Jagger. Marianne Faithfull, seguidora da Igreja do Processo viajou até o Egito somente para participar na filmagem das cenas de uma Missa Negra. O papel de Lúcifer foi representado por um guitarrista de um grupo de rock da Califórnia, Bobby Beausoleil. Ele era membro da seita ‘A Família’ e amante homossexual de Anger.

“Alguns meses após filmar sob a direção de Anger na Inglaterra, Beausoleil retornou à Califórnia para cometer o primeiro de uma série de assassinatos cruéis da Família. Beausoleil mais tarde foi preso e agora está cumprindo pena de prisão perpétua juntamente com Manson.

“Tendo perdido seu ator mais importante, Anger então pediu a Mick Jagger que representasse o papel de Lúcifer. Ele acabou ficando com Anton LaVey, autor de A Bíblia Satânica e líder da Primeira Igreja de Satanás, para representar o papel. O filme foi lançado em 1969 com o título Invocation to My Demon Brother [Invocação ao Meu demônio-Irmão].

A iniciação dos Rolling Stones no satanismo

Jagger

Em Londres, Anger tinha conseguido aliciar para o satanismo a namorada de um dos Rolling Stones, Anita Pallenberg. Pallenberg tinha conhecido os Stones em 1965. Ela começou imediatamente a manter um relacionamento sexual com três dos cinco membros da banda

É comum adolescentes contemporâneos mergulharem de cabeça em tudo isso como algo divertido e excitante. No entanto, o que vemos aqui é a mais astuta e descarada manifestação do mal predominando abertamente no mundo interior de milhões de pessoas da dita era contemporânea.

“Em Londres, Anger tinha conseguido aliciar para o satanismo a namorada de um dos Rolling Stones, Anita Pallenberg. Pallenberg tinha conhecido os Stones em 1965. Ela começou imediatamente a manter um relacionamento sexual com três dos cinco membros da banda.

“Anger, falando sobre Anita, disse, ‘Creio que Anita é, por falta de uma palavra melhor, uma feiticeira… A unidade ocultista dentro dos Stones é Keith e Anita… e Brian. Brian também é um feiticeiro.’

“Um dos amigos do grupo, Tony Sanchez, escreve sobre Pallenberg em seu livro, Up and Down with the Rolling Stones, ‘Ela era obsecada por magia negra e começou a carregar uma réstia de alho consigo por toda a parte – era para afugentar os vampiros. Também tinha um estranho e misterioso misturador para água benta que usava em alguns de seus rituais. Suas cerimônias tornaram-se cada vez mais secretas, e ela me advertia para nunca interrompê-la quando estivesse trabalhando em um encantamento.’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 159]

“Ele continua, ‘No seu quarto, ela tinha um grande baú todo ornado e entalhado do qual tinha tanto ciúmes que assumi que era onde escondia as drogas. Certo dia, quando fiquei sozinho em casa, decidi dar uma olhada no quarto dela. As gavetas estavam cheias de pedaços de ossos, peles enrugadas e pêlo de animais estranhos.’ [Tony Sanchez, ibidem pg 159]

Em 1967, refletindo sua associação com Anger e a Igreja do Processo, os Rolling Stones lançaram seu primeiro álbum de rock celebrando abertamente o Diabo, chamado Their Satanic Majesties Request

Their Satanic Majesties Request

Em 1967, refletindo sua associação com Anger e a Igreja do Processo, os Rolling Stones lançaram seu primeiro álbum de rock celebrando abertamente o Diabo, chamado Their Satanic Majesties Request[As Majestades Satânicas Deles Pedem]. Alguns meses antes, os Beatles tinham lançado seu primeiro álbum dedicado à promoção das drogas psicodélicas, Sargeant Pepper´s Lonely Hearts Band Club. O álbum continha uma versão fantasiosa do efeito ['a viagem'] do LSD, chamada 'Lucy in the Sky with Diamonds', ou L. S. D. O álbum teve uma enorme vendagem

Um rápido olhar sobre a biografia das estrelas do rock inglês dessa época revela claramente o elo ocultista que os uniam. Esse elo luciferiano começa e termina no mago Aleister Crowley, suas doutrinas e seus discípulos e grupos seguidores.

“Em 1980, o caseiro de dezessete anos da propriedade de Keith Richards na Nova Inglaterra foi encontrado morto. A morte, dada como suicídio, foi com a arma de Pallenberg. A casa de Richards estava localizada próxima da sede na costa leste da Igreja do Processo. De acordo com um artigo no jornal inglês Midnite, um policial de Connecticut, Michael Passaro, que tinha atendido ao caso de ‘suicídio’ informou que ‘cantos estranhos’ tinham sido ouvidos no bosque, a quatrocentos metros da mansão de Richards.

“O jornal continua, ‘Vários rituais satânicos bizarros foram realizados na região nos últimos cinco anos.’ Um repórter local atribuiu o crescimento do ocultismo ‘às pessoas ricas que estão tomando ácido [gíria para LSD]‘.

“Em 1967, refletindo sua associação com Anger e a Igreja do Processo, os Rolling Stones lançaram seu primeiro álbum de rock celebrando abertamente o Diabo, chamado Their Satanic Majesties Request [As Majestades Satânicas Deles Pedem]. Alguns meses antes, os Beatles tinham lançado seu primeiro álbum dedicado à promoção das drogas psicodélicas,Sargeant Pepper´s Lonely Hearts Band Club. O álbum continha uma versão fantasiosa do efeito ['a viagem'] do LSD, chamada ‘Lucy in the Sky with Diamonds’, ou L. S. D. O álbum teve uma enorme vendagem.

E assim, os “concorrentes” Beatles e Stones inspiravam a essência de suas canções e de seu comportamento na mesma fonte ocultista.

Claramente, o álbum dos Beatles Sargeant Pepper´s Lonely Hearts Band Club foi dedicado ao satanista Aleister Crowley

Sargeant Pepper´s Lonely Hearts Band Club

Capa do álbum 'Sargeant Pepper', dos Beatles. Entre os 'heróis' dos Beatles, a fotografia do satanista  Aleister Crowley

O que vemos aqui são experiências reais que dão uma minguada idéia do que foram os bastidores da contracultura. Um movimento que se iniciava sem precedentes e que mudaria definitiva e rapidamente o comportamento das novas gerações.

“Claramente, o álbum dos Beatles foi dedicado ao satanista Aleister Crowley. Ele foi lançado 20 anos após a morte de Crowley, perto do dia do seu falecimento e a canção título começava com a letra ‘Hoje, vinte anos atrás…’ A foto de Crowley aparecia na capa do álbum.

“Um mês após o lançamento do álbum, os Beatles chocaram o mundo anunciando publicamente que estavam tomando LSD regularmente. Paul McCartney, em uma entrevista à revista Life disse, ‘O LSD abriu meus olhos. Usamos somente a décima-parte da nossa mente.’ Eles também defenderam a liberação da maconha.

“Agora o gato estava fora da bolsa, não era mais segredo, mas os protestos foram poucos e pequenos. Na Inglaterra, a BBC baniu ‘A Day in the Life’ e nos EUA, o governador de Maryland, Spiro T. Agnew, que mais tarde se envolveria no escândalo de Watergate, iniciou uma campanha para banir a música ‘Lucy in the Sky With Diamond’.

Na sequência desse artigo, podemos constatar claramente como as doutrinas satânicas de Alestair Crowley foram a pedra fundamental para a inversão de valores protagonizada pelo movimento contracultura do rock.

A MÚSICA ROCK E ALEISTER CROWLEY (Adendo de Dial-the-Truth Ministries)

Crowley

O mago Aleister Crowley, com paramentos maçônicos. Sem sombra de dúvida, o principal 'mestre' espiritual da música rock. O propósito de Crowley na vida era destruir Jesus Cristo e o Cristianismo, ao mesmo tempo em que exaltava as perversões sexuais, as drogas, a magia e o satanismo

“Aleister Crowley é, sem sombra de dúvida, o principal ‘mestre’ espiritual da música rock. O propósito de Crowley na vida era destruir Jesus Cristo e o Cristianismo, ao mesmo tempo em que exaltava as perversões sexuais, as drogas, a magia e Satanás.
“Aleister Crowley expressa seu ódio a Jesus Cristo emThe World´s Tragedy [A Tragédia do Mundo]:

‘Não quero discutir as doutrinas de Jesus, elas e somente elas, degradaram o mundo à sua condição atual. Considero o cristianismo não somente a causa, mas também o sintoma da escravidão.’ [Aleister Crowley, The World´s Tragedy, pg XXXIX]
‘Essa religião que eles chamam de cristianismo; o diabo que eles honram chamam de Deus. Aceito essas definições, como um poeta faria, para ser inteligível à sua época, e é o Deus e a religião deles que EU ODEIO E VOU DESTRUIR.’ [Aleister Crowley, ibidem, pg XXXI]

“Na introdução de The World´s Tragedy, o judeu e membro da ordem Golden Dawn, Israel Regardie diz:

“Esse longo e quase épico poema é uma das mais amargas e cruéis diatribes ao cristianismo que eu já li.”

“O ensino mais famoso de Crowley, ‘Faça o que quiser, isso há de ser toda a lei’ tornou-se o mantra da revolução das drogas, perversões sexuais e todo o anticristianismo dos anos 60. ‘Faça tudo o que você quiser. Se for bom e der prazer, então faça’.

Uma vez tirando Jesus e o Evangelho de cena, agora veremos como o governo oculto operou para criar o falso e cruel conceito de liberdade de pensamento e livre expressão cultural ao exaltar o que mais escraviza e dementa o ser humano: as drogas e a permissividade sexual.

OS BEATLES E CROWLEY

Lucy in the sky with diamonds

Um mês após o lançamento do álbum 'Sargeant Pepper', os Beatles chocaram o mundo anunciando publicamente que estavam tomando LSD regularmente. Paul McCartney, em uma entrevista à revista Life disse, 'O LSD abriu meus olhos. Usamos somente a décima-parte da nossa mente.' Eles também defenderam a liberação da maconha

Os Beatles, por sua vez, também por influência das doutrinas de Crowley, lançariam o álbum que mudaria a história do rock.

“De acordo com o The All Music Guide, o álbum Sargeant Pepper, dos Beatles, ‘será para sempre conhecido como a gravação que mudou o Rock & Roll. A revistaTime disse, ‘Sargeant Pepper estava encharcado de drogas.’ [Time, 26/9/1967, pg 62]

“A capa do álbum mostrava os Beatles com um fundo formado por pessoas que, de acordo com Ringo Starr ‘de quem gostamos e que admiramos’ [Hit Parade, outubro/1976, pg 14] Paul McCartney falou sobre a capa do álbum, ‘… íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede…’ [Musician, Edição Especial para Colecionadores, Beatles e The Rolling Stones, 1988, pg 12]

“Um dos heróis dos Beatles incluído na capa do álbum Sargeant Pepper, era — o infame Aleister Crowley! A maior parte das pessoas em 1967 não sabia quem era Crowley — mas os Beatles certamente sabiam.

“…íamos ter as fotos dos nossos heróis na parede…”

“O ‘herói’ Aleister Crowley é o segundo a partir da esquerda na linha de cima.

Totalmente anticristãos

Lennon

Os Beatles encaravam os ensinos de Crowley com muita seriedade - John Lennon, em uma entrevista, disse que 'toda a idéia dos Beatles' era o famoso ensino 'faze o que tu quiseres' de Crowley

Veremos a seguir como é patente a hostilidade anticristã dos Beatles. Parece estranho, uma vez que tanto divulgaram filosofias orientalistas em várias de suas músicas. Mas na verdade, o pensamento de Crowley já lhes acendera o ódio a Jesus.

“Aparentemente, os Beatles encaravam os ensinos de Crowley com muita seriedade – John Lennon, em uma entrevista, disse que ‘toda a idéia dos Beatles’ era o famoso ensino ‘faze o que tu quiseres’ de Crowley:

“Toda a idéia dos Beatles era faze tudo o que quiseres, certo? Assumir suas próprias responsabilidades, fazer o que quiser e tentar não prejudicar as outras pessoas, certo? FAÇA O QUE QUISER, desde que não fira ninguém… [Entrevista da revista Playboy com John Lennon e Yoko Ono, David Sheff & G. Barry Golson, pg. 61]

‘Eles são totalmente anticristãos! Eu também sou anticristão, mas eles são tão anticristãos que me deixam chocados, o que não é uma coisa fácil.’ – Derek Taylor, Assessor de Imprensa dos Beatles [Saturday Evening Post, 8/8/1964]

“Jesus El Pifico, um covarde fedorento, fascista, bastardo, comedor de alho.” [John Lennon, A Spaniard in the Works, pg 14]

“O cristianismo vai acabar, vai diminuir e desaparecer totalmente. Não preciso discutir esse fato. Estou certo e o tempo vai provar isso… Neste momento, somos mais famosos que Jesus.” [John Lennon, San Francisco Chronicle, 13/abril/1966, pg 26]

Essas declarações, feitas na época, chocavam os cristãos, mesmo assim arrebanhavam milhares de jovens que aderiam à filosofia do grupo britânico. No entanto, não eram entendidas no seu contexto exato.

Ou seja, quase ninguém se dava conta de que, ao identificar-se com a filosofia antiteísta dos Beatles, aderia-se passivamente ao plano concreto e levado a efeito pelo governo oculto do mundo no sentido de destruir os conceitos judaicos-cristãos que, até então, regiam a civilização ocidental.

LED ZEPPELIN

Led Zeppelin

Um dos discípulos mais devotos de Crowley foi o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page. Page comprou a 'casa dos horrores' de Crowley — Boleskine, situada no Lago Ness, na Escócia

Phau analisa aqui alguns ícones do rock e suas ligações ocultistas com o pensamento de Crowley. No entanto, precisamos ter em mente que esses ícones tornaram-se como matrizes, inspiração para um sem número de outros músicos e artistas do show business.

“Um dos discípulos mais devotos de Crowley foi o guitarrista do Led Zeppelin, Jimmy Page. Page comprou a ‘casa dos horrores’ de Crowley — Boleskine, situada no Lago Ness, na Escócia. Boleskine era a casa onde Crowley realizava sua ‘magia satânica’, incluindo sacrifícios de sangue. Crowley foi enterrado dentro de um câmara escura em Boleskine. O ensino mais famoso de Crowley era ‘Faça o que quiser, isso será toda a lei’. Page inscreveu no vinil no terceiro álbum da banda, Led Zeppelin III, ‘Faça o que quiser. Assim seja.’ Sem que as pessoas que assistiam aos seus concertos soubessem, Jimmy Page realizava rituais aprendidos de Crowley durante algumas apresentações da banda Led Zeppelin.

OZZY OSBOURNE

Ozzy

Álbum de Ozzy em que faz apologia ao satanista Alestair Crowley

Ozzy sempre externou completamente sua natureza ocultista. Nunca dissimulou nada, tanto em suas letras, músicas e atitudes, desde o início de sua carreira.

“Ozzy Osbourne chamou Crowley de ‘fenômeno da sua época’ [Circus, 26/8/1980] Ele gravou uma música em tributo a Crowley – Mister Crowley. A letra diz:

Você enganou a todos com a magia / Você aguardou o chamado de Satanás…. / Crowley, não quer montar no meu cavalo branco?
“Ozzy, conhecido por seus atos violentos e incontroláveis quando está no palco, confessou em uma entrevista:
“Realmente gostaria de saber por que fiz algumas dessas coisas nesses anos. Não sei se sou um médium para alguma força de fora. Seja lá o que for, francamente, espero que não seja o que penso que é: Satanás.” [Hit Parade, fevereiro de 1978, pg 24]

Essa declaração é bastante comum em quase todas as estrelas do rock. Obviamente, mesmo bem antes dessa época, todo artista sempre soube que há uma “força” que inspira e fortalece sua arte. Nas declarações acima, Ozzy nada mais faz do que reconhecer de onde e de quem vem essa força espiritual.

THE DOORS

Doors

A capa de trás do álbum do The Doors, '13' mostra o grupo reunido em volta de um busto de Aleister Crowley

Eis um grupo de artistas que muito influenciou e continua influenciando gerações. Pahu chama atenção para o líder que estava profundamente envolvido no ocultismo.

“Jim Morrison, o superastro do grupo The Doors, que morreu ‘misteriosamente’ em 3/julho/1971 estava profundamente imerso no ocultismo. Ele e sua noiva casaram-se em uma cerimônia na religião Wicca, de pé sobre um pentagrama desenhado no chão e bebendo um o sangue do outro.

“Morrison admitia que Satanás era a fonte de sua música:”Encontrei o Espírito da Música… Uma aparição do diabo em um canal de Veneza. Correndo, eu vi um Satã ou um Sátiro, movendo-se ao meu lado, uma sombra em carne da minha mente secreta…”[The Lost Writings de Jim Morrison, pg 36-38]

“Ray Manaxrek do The Doors, fala sobre Morrison: ‘Ele não era um ator; não era um apresentador; não era um comediante. Era um xamã. Ele era possesso.’

“Enquanto Jim Morrison estava no Chateau Marmont, passou algumas noites muito doidas com uma vizinha obesa e de seios grandes… certa vez acordando com os lençóis manchados de sangue, após terem dividido taças de champanhe contendo o sangue um do outro.’ [Pamela Des Barres, rock Bottom, pg 208]

“Muitos outros artistas da cena do rock ‘estudaram’ Crowley, como: Marc Bolan, David Bowie, Graham Bond, Sting, Daryl Hall, King Diamond, Bruce Dickinson, Siv Bators, etc.

Mas tudo isso era apenas o começo.

Não é de estranhar o porque o rock tem sua força tão dominadora na mente e no coração dos adolescentes e que também se perpetua na idade adulta e mesmo na velhice. Estamos longe de imaginar a carga de conteúdo psíquico negativo impregnada na concepção, elaboração e execução das músicas que fazem a cabeça de bilhões de consumidores.

CRIANDO A CONTRACULTURA

Contracultura

Para que uma inversão de valores sem precedentes na história humana fosse absorvida pela juventude, seria necessário que desfrutasse o status de “religiosidade”. Uma “nova religião”, que tomaria a forma de “nova era”, ou “era de aquário”

Mas para que toda essa loucura, toda essa inversão de valores sem precedentes na História humana fosse absorvida pela juventude, seria necessário que desfrutasse o status de “religiosidade”. Uma “nova religião”, que tomaria a forma de “nova era”, ou “era de aquário”.

Prossegue o autor cristão:

“O ano de 1967 marcou uma escalada marcante em uma guerra cultural aberta contra a juventude norte-americana. O ano viu o início dos concertos de rock ao ar livre, que atraiam milhares de pessoas.

“Nos dois anos que se seguiram, mais de 4 milhões de jovens assistiram a uma série de aproximadamente doze desses ‘festivais’, tornando-se vítimas de uma experiência planejada da livre distribuição de drogas em larga escala.

“Drogas alucinógenas que causam danos ao cérebro, como PCP, STP e o LSD promovido pelos Beatles, eram livremente distribuídos nesses concertos. Esses milhões de jovens voltariam depois para suas casas para tornarem-se os mensageiros e promotores da nova cultura das drogas, que veio a ser chamada de ‘nova era’. (Cf. 49.- O poder das trevas acima da lei e dos governos ).

Festivais de rock: experiências maciças de controle mental orquestradas pelo governo oculto

Woodstock

O propósito real dos festivais de rock era a distribuição em larga escala de um novo tipo de droga, classificada como psicodélica, ou alucinógena, como o LSD

A maior prova da conexão entre os tentáculos do governo oculto do mundo, o rock, as drogas, a contracultura e a radical mudança no comportamento das gerações ocidentais se evidencia nos grandes festivais de rock. Suas raízes estão na CIA, na Ingeligência Britânica, no projeto MK-Ultra em andamento nos EUA desde os anos 50, talvez mesmo antes.

“O primeiro festival de rock, ‘O Primeiro Festival Pop Anual Internacional de Monterey’ teve a presença de 100.000 jovens. O propósito real do Festival Pop de Monterey era a distribuição em larga escala de um novo tipo de droga, classificada como psicodélica, ou alucinógena, como o LSD. Em Monterey, milhares de adolescentes tiveram seu primeiro contato com as novas drogas alucinógenas. A primeira experiência com LSD foi iniciada nos primeiros anos da década de 60, na seção Haight-Ashbury de San Francisco. O projeto era administrado por uma força-tarefa da CIA-Inteligência Britânica sob o codinome MK-Ultra.

“Parte do projeto previa a distribuição grátis de 5.000 comprimidos de LSD por meio de uma comunidade conhecida como Merry Panksters [Os Traquinas Felizes], de Ken Kesey. Os efeitos posteriores do LSD seriam então cuidadosamente estudados.

E nada como milhares de pessoas alucinadas, confinadas deliberadamente em um local quase inascessível para se fazer um estudo criterioso do efeito do LSD sobre a consciência das massas.

“A propósito, sempre precisamos lembrar de agradecer à CIA e ao exército pelo LSD. Isso é o que as pessoas esquecem…”

Woodstock

Kesey, assim chamado 'poeta' e condenado por tráfico de drogas, tornou-se famoso por dirigir pela Califórnia em um ônibus todo pintado com sua comuna, os Merry Pranksters [os Traquinas Felizes], distribuindo a bebida Kool Aid misturada com LSD para os incautos

Phau documenta uma frase debochada de John Lennon que retrata muito bem a questão da súbita distribuição das drogas nos festivais de rock, e com isso, assume publicamente ele próprio fazer parte do esquema.

“‘A propósito, sempre precisamos lembrar de agradecer à CIA e ao exército pelo LSD. Isso é o que as pessoas esquecem…’ [Entrevista da revista Playboycom John Lennon e Yoko Ono, pg 123] (Adendo de Dial-the-Truth)

“Kesey, assim chamado ‘poeta’ e condenado por tráfico de drogas, tornou-se famoso por dirigir pela Califórnia em um ônibus todo pintado com sua comuna, os Merry Pranksters [os Traquinas Felizes], distribuindo a bebida Kool Aid misturada com LSD para os incautos.

“O efeito do LSD é tornar a vítima psicótica, juntamente com a incapacidade de discernir a realidade das alucinações induzidas pela droga. Para muitas pessoas, essa psicose (também chamada de ‘viagem ruim’) podia levar ao suicídio e isso realmente aconteceu com muitas pessoas. Quando um indivíduo recebe LSD sem saber, as capacidades produtoras de psicose da droga são amplificadas, e normalmente causam dano cerebral irreversível na vítima.

A polícia não realizou nenhuma prisão, definindo outro precedente para os futuros concertos ao ar livre

Mason

Charles Manson. Discípulo de Crowley.  O organizador do Festival de Monterey foi John Phillips, membro do grupo de rock The Mammas and the Pappas. Phillips era um promotor do uso de drogas e estava ligado à rede de satanistas em torno de Charles Manson e do diretor de cinema Roman Polanski (entre outros filmes fez “O Bebê de Rosemary”, que trata da encarnação do anticristo

Prosseguindo o estudo, veremos que a junta que dava o pontapé inicial na era dos festivais incluía, além de John Phillips, membro do The Mammas and Pappas, também o empresário e o líder dos Rolling Stones, Paul McCartney dos Beatles, entre outros.

Pela primeira vez na história uma audiência norte-americana foi exposta a grupos britânicos abertamente demoníacos, iniciando assim a alma da contracultura através da música.

“O organizador do Festival de Monterey foi John Phillips, membro do grupo de rock The Mammas and the Pappas. Phillips, como veremos, era um promotor do uso de drogas e estava ligado à rede de satanistas em torno de Charles Manson e do diretor de cinema Roman Polanski.

“Phillips constituiu uma junta de diretores para promover e financiar o concerto. Os membros da junta formaram uma rede de agentes da inteligência britânica e satanistas.

“A junta de diretores incluia Andrew Oldham [o empresário dos Rolling Stones], o líder dos Stones, Mick Jagger, o Beatle Paul McCartney e o amigo de Phillips, o produtor de discos Terry Melcher, o filho da atriz Doris Day.

“O concerto, incluindo o cenário e a enorme e inovativa amplificação ao ar livre, foi dirigido por Phillips. Foi a primeira vez que uma audiência norte-americana foi exposta a esses grupos britânicos abertamente demoníacos, como The Who e Jimi Hendrix. Na conclusão da sua apresentação, a banda The Who, em um furor provocado pelas drogas, destruiu todas as guitarras, amplificadores e as baterias. Jimi Hendrix simulava masturbação com sua guitarra no palco, ao mesmo tempo em que tocava em um volume ensurdecedor. “Havia um uso maciço e aberto das drogas. O autor Robert Santelli, em seu livro, Aquarius Rising, [A Ascensão de Aquário], escreveu ‘Havia LSD em abundância em Monterey. Comprimidos de ‘Monterey Purple’ eram literalmente entregues a qualquer pessoa que quisesse experimentar um pouco.’ A polícia não realizou nenhuma prisão, definindo outro precedente para os futuros concertos ao ar livre.

Flower power

Mamas and papas

Phillips, do Mama and Papas tinha anteriormente escrito a letra para uma canção chamada 'San Francisco', que vendeu mais de 5 milhões de cópias. A canção convocava todos os jovens do país a virem para San Francisco 'com flores nos cabelos'. Foi o brado de ajuntamento para os dezenas de milhares que foram a San Francisco no verão de 1968 para participarem no novo movimento 'hippie', chamado de Verão do Amor

E como sempre, a tática do mal é sempre alterar ou macular significados, com o objetivo de tornar apetecível algo que leva à morte do corpo e da alma.

“Havia um esquema muito maior em operação. O esquema estava ligado ao projeto MK-Ultra e envolvia o uso de satanistas ao redor de Phillips, juntamente com agentes como Ken Kesey e Timothy Leary.

“O plano era transformar as proximidades de San Francisco em uma área reservada para o satanismo, o aliciamento em massa e a perversão dos jovens e rebeldes adolescentes. “Phillips tinha anteriormente escrito a letra para uma canção chamada ‘San Francisco’, que vendeu mais de 5 milhões de cópias.

“A canção convocava todos os jovens do país a virem para San Francisco ‘com flores nos cabelos’. Foi o brado de ajuntamento para os dezenas de milhares que foram a San Francisco no verão de 1968 para participarem no novo movimento ‘hippie’, chamado de Verão do Amor.

“Alguns dos que foram tornaram-se presa para tipos como Charles Manson, que aliciava os membros da sua seita ‘a Família’ exclusivamente entre jovens rebeldes e fugidos de casa.

Como vemos, tudo se encaixa numa espessa e dissimulada teia, mas com o fim muito bem definido de sedimentar as sementes da geração “x”, a geração que aclamará o reinado de terror do anticristo enunciado por Jesus e os antigos profetas de Israel.

Portanto, seria preciso extirpar todos os valores cristãos antes da chegada desse dia.

Geração de Aquário

Havia um esquema muito maior em operação. O esquema estava ligado ao projeto MK-Ultra e envolvia o uso de satanistas ao redor de Phillips, juntamente com agentes como Ken Kesey e Timothy Leary. O plano era transformar as proximidades de San Francisco em uma área reservada para o satanismo, o aliciamento em massa e a perversão dos jovens e
rebeldes adolescentes

TIMOTHY LEARY E ALEISTER CROWLEY (Adendo de Dial-The-Truth)

Leary

Inacreditavelmente, Timothy Leary, um psicólogo de Harvard, que foi o 'guru' do LSD dos anos 60, pregava a absurda afirmação de que a 'iluminação' espiritual poderia ser obtida por meio do LSD

“Timothy Leary, um psicólogo de Harvard, que foi o ‘guru’ do LSD dos anos 60, pregava que a ‘iluminação’ espiritual poderia ser obtida por meio do LSD. Muitos roqueiros, como os Beatles, foram profundamente influenciados por Leary. A canção dos Beatles ‘Come Together’ foi dedicada a Leary e ele chegou a cantar como voz de fundo na música ‘Give Peace a Chance’ [Dê uma Chance à Paz], de John Lennon.

“Leary também era um discípulo de Crowley. No programa PBS Late Night America, Leary admitiu ser um ‘admirador’ de Crowley e acreditava que estava dando continuidade à sua obra:

“Bem, sou um admirador de Aleister Crowley. Acho que estou realizando muito da obra que ele iniciou há mais de cem anos atrás, e acho que os próprios anos 60… Ele achava que todos deviam se conhecer a si mesmos e acreditava em ‘Faça o que quiser, isso há de ser toda a lei’ com amor. Essa frase é muito poderosa. É uma pena que ele não esteja vivo para apreciar as glórias daquilo que iniciou.” (PBS Late Night America, do vídeo “Hells Bells”, Reel to Real Ministries).

Chegamos a tal ponto de inversão de valores que é de praxe as pessoas não reconhecerem tais acontecimentos como algo deliberadamente planejado.
Nem mesmo que seja algo que embrutece a alma humana, afastando-a de Deus e da religiosidade.

Mais ainda, essas pessoas insistem em não reconhecer o estado caótico como um fato já a meio caminho na concretização final da agenda do governo oculto.

Como vemos, a lavagem cerebral está sendo muito bem feita.

MANSON E OS ASTROS DO ROCK

Tate

Sharon Tate e Jay Sebring amarradas juntas por uma corda na sala da residência do cineasta Roman Polanski. Charles Mason e membros de sua “família” foram os responsáveis pela selvageria

Outra personalidade doentia, criminosa e altamente vinculada ao satanismo é a de Charles Mason, que também continua exercendo sua influência nas novas gerações.

“Charles Manson foi bem retratado como um psicótico solitário que tinha poder hipnótico sobre sua ‘Família’. Na realidade, Manson era bem conhecido de um rede inteira de atores e atrizes de Hollywood, promotores de eventos, parceiros e astros da música rock, e fornecia sexo e drogas a muitos deles.

“Em sua autobiografia, Pappa John, Phillips fala sobre um convite que recebeu para ir com Terry Melcher à mansão de Dennis Wilson, integrante do grupo Beach Boys. Wilson dizia, ‘Charlie está aqui com todas as gatinhas. Ele toca guitarra e é realmente muito doido. Ele controla todas essas gatinhas lindas como se fossem suas escravas. Você pode vir e comer qualquer uma delas. É uma ótima festa.’

“Toda a ‘Família’ de Manson mudou-se para a mansão dos Beach Boys por quase um ano. Os Beach Boys, que apresentaram-se até na Casa Branca, são o grupo de maior vendagem da Capitol Records, uma subsidiária da EMI.

“No domingo de 10 de agosto de 1969, Manson enviou quatro membros de sua seita para a última visita deles à casa de Melcher. Dessa vez, Melcher não estava lá, mas a atriz Sharon Tate, mulher do diretor Roman Polanski, e três outras pessoas, estavam.

“Quando o grupo saiu, ela e os outros tinham sido mutilados e assassinados com selvageria. Quanto a Phillips, em junho de 1980, ele foi preso por estar gerenciando uma grande operação de tráfico de drogas.

A ERA DE AQUÁRIO

Guru

Contrariamente ao objetivo e a missão de Jesus, o Evangelho passou a ser substituído pelas práticas e doutrinas “aquarianas”

Orientalismo

Uma vez abolidos Jesus e o Cristianismo, o vácuo precisaria ser preenchido. Assim o Ocidente passaria a ser inundado pelas doutrinas orientalistas / espiritualistas / ocultistas

Chegamos ao ponto central do artigo de Donald Phau. E também do motivo de nosso estudo: a eclosão da “era de aquário”, ou “nova era”, como seria popularizada posteriormente.

Para dissimular as atrocidades do que estamos vendo até aqui, as doutrinas luciferianas que passam a impulsionar a nova geração dos anos 60 ganhariam ares de “religiosidade”, “espiritualidade” e “misticismo”. Assim, o governo oculto do mundo passou a inverter completamente os valores —antes cristãos—, agora para a mais afrontosa impostura que sobreveio sobre o Ocidente.

A partir de então explodem todos os movimentos esotéricos e ocultistas que caminhavam na surdina, e que serviam de inspiração motivadora para a busca de “iluminação”, de “liberdade”, “ascensão espiritual”, “culto à natureza”, etc. As doutrinas gnósticas das sociedades secretas que tanto arquitetaram nas trevas passam a ser admiradas e seus ensinos praticados como a religião da “nova era”. Nossa civilização é invadida pelas religiões orientalistas / espiritualistas gnósticas e panteístas. As práticas pagãs combatidas por Jesus e pelos antigos profetas passam a compor a farsa que agora se tenta oficializar sob o título de “religião planetária”, ou para sermos mais precisos: a religião do anticristo.

“O maior concerto após o de Monterey, a ‘Feira de Arte e de Música de Woodstock’, seria aquilo que a revista Time celebrou como um ‘Festival de Aquário’ e ‘o maior acontecimento da história’. O termo ‘Aquário’ foi escolhido com cuidado. A Era de Aquário significava que a ‘Era de Peixes’, que é a era cristã, tinha chegado ao fim”.

Sim, porque uma vez abolidos Jesus e o Cristianismo, o vácuo resultante precisaria ser preenchido. Assim o Ocidente passou a ser inundado pelas doutrinas orientalistas / espiritualistas / ocultistas. (Cf. 26.- Falsos profetas, falsas doutrinas ).

Guru

Para dissimular seus verdadeiros objetivos, as doutrinas luciferianas que passaram a impulsionar a nova geração dos anos 60 ganharam ares de “religiosidade”, “espiritualidade” e “misticismo”. Assim, o governo oculto do mundo passou a inverter completamente os valores —antes cristãos—, agora para a mais afrontosa impostura que sobreveio sobre o Ocidente: assim nascia a era dos “falsos cristos” e dos “falsos profetas”

Em Woodstock, uma pequena localidade no estado de Nova York, quase quinhentos mil jovens reuniram-se em uma fazenda para serem drogados e receberem lavagem cerebral

Uma comunidade hippie chamada The Hog Farm [Granja de Engorda de Porcos], teve um papel especial em Woodstock. Essa comunidade era liderada por um homem apelidado de Wavy Graver, que era um antigo membro da operação MK-Ultra de Ken Kesey, os Merry Pranksters [Traquinas Felizes]. Comunidades como The Hog Farm eram comumente encontradas em partes remotas da Califórnia e serviam como terreno para a criação de seitas satânicas, bem como para grupos terroristas. Os membros dessas comunidades comunicavam-se continuamente com outras comunidades e eram o terreno de aliciamento para a Igreja do Processo e para a 'Família', de Charles Manson. Diane Lake, da The Hog Farm, também era membro da Família quando houve o massacre de Sharon Tate e dos outros convidados

Como veremos a seguir, Woodstock foi uma experiência sem precedentes e a mais criminosa afronta imposta pelo governo oculto do mundo.

“Em Woodstock, uma pequena localidade no estado de Nova York, quase quinhentos mil jovens reuniram-se em uma fazenda para serem drogados e receberem lavagem cerebral. As vítimas ficaram isoladas, imersas na imundície, recebendo drogas psicodélicas, e mantidas acordadas continuamente por três dias seguidos, e tudo com a cumplicidade do FBI e de membros do governo. A segurança para o concerto foi fornecida por uma comunidade hippie treinada na distribuição em massa de LSD.

“Novamente, foi a rede da inteligência militar britânica que iniciou tudo. Woodstock foi uma criação de Artie Kornfeld, o diretor da Divisão de Projetos Contemporâneos da Capital Records, a gravadora subsidiária da EMI. Os recursos financeiros originais foram providos pelo herdeiro de uma grande companhia farmacêutica estabelecida na Pensilvânia, John Roberts, e dois outros sócios. Foi outra companhia farmacêutica, o laboratório suiço Sandoz, que primeiro sintetizou o LSD. Mais tarde, Roberts seria acusado de usar sua companhia para viciar a massa dos participantes do festival nas drogas.

“Poucos preparativos adequados foram feitos para receber as quase quinhentas mil pessoas que compareceram. Joel Rosenman, um dos três sócios, escreveu pouco antes do ínicio do festival, ‘Os alimentos e a água claramente não seriam suficientes, as instalações sanitárias estavam subdimensionadas, os controles seriam poucos, e as drogas superabundantes. Pior de tudo, não haveria meio de alguém sair dali, mesmo se quisesse.’ Na verdade, fazer as pessoas sentarem-se ao lado do seu próprio excremento era parte do plano.

“Uma comunidade hippie chamada The Hog Farm[Granja de Engorda de Porcos], teve um papel especial em Woodstock. Essa comunidade era liderada por um homem apelidado de Wavy Graver, que era um antigo membro da operação MK-Ultra de Ken Kesey, os Merry Pranksters [Traquinas Felizes].

Em 14 de agosto, um dia antes da abertura, toda a força de segurança do festival, formada por 350 policiais de Nova York que estavam em folga, caiu fora. O porta-voz da polícia declarou que nenhuma solicitação formal tinha sido feita com a cidade, uma declaração que os promotores negaram com veemência. No dia seguinte, em um artigo publicado no jornal The New York Times, o chefe da segurança em Woodstock dizia, 'Agora não temos nenhuma segurança. Estou paralisado

“Comunidades como The Hog Farm eram comumente encontradas em partes remotas da Califórnia e serviam como terreno para a criação de seitas satânicas, bem como para grupos terroristas. Os membros dessas comunidades comunicavam-se continuamente com outras comunidades e eram o terreno de aliciamento para a Igreja do Processo e para a ‘Família’, de Charles Manson. Diane Lake, da The Hog Farm, também era membro da Família quando houve o massacre de Sharon Tate e dos outros convidados.

“Em 14 de agosto, um dia antes da abertura, toda a força de segurança do festival, formada por 350 policiais de Nova York que estavam em folga, caiu fora. O porta-voz da polícia declarou que nenhuma solicitação formal tinha sido feita com a cidade, uma declaração que os promotores negaram com veemência. No dia seguinte, em um artigo publicado no jornal The New York Times, o chefe da segurança emWoodstock dizia, ‘Agora não temos nenhuma segurança. Estou paralisado. Estamos com o maior ajuntamento de jovens na história deste país e sem contar com nenhuma proteção da polícia.’ Sem qualquer surpresa, a comunidade The Hog Farm foi colocada a cargo da segurança.

Woodstock

O patrocinador e diretor de Woodstock, John Roberts, admitiu abertamente que conhecia a conexão de The Hog Farm com a distribuição de drogas. Ele escreve, 'o pagamento que eles cobraram foi simplesmente o transporte ida e volta para festival ... uma força para manter a paz que parecia, falava e cheirava como a multidão teria uma alta credibilidade e seria muito eficiente... e o mais importante, eles eram espertos no assunto das drogas, conhecendo o ácido bom do ruim, as boas viagens das más, o bom medicamento do veneno, etc.'

“O patrocinador e diretor de Woodstock, John Roberts, admitiu abertamente que conhecia a conexão de The Hog Farm com a distribuição de drogas. Ele escreve, ‘o pagamento que eles cobraram foi simplesmente o transporte ida e volta para festival … uma força para manter a paz que parecia, falava e cheirava como a multidão teria uma alta credibilidade e seria muito eficiente… e o mais importante, eles eram espertos no assunto das drogas, conhecendo o ácido bom do ruim, as boas viagens das más, o bom medicamento do veneno, etc.’

“Naquele tempo, a comunidade The Hog Farm estava vivendo nas montanhas do Novo México. Roberts fretou um avião Boeing 727, por US$ 17.000 e trouxe 100 membros para Nova York.

“Para limpar o caminho final para a planejada distribuição de drogas para meio milhão de jovens, o promotor público do distrito concordou privadamente que não seriam feitas prisões ou aberturas de inquéritos por desrespeito à lei dos entorpecentes.

” John Roberts escreve. ‘O promotor do distrito… logo reconheceu que muitos dos nossos clientes estariam usando drogas ilícitas, mas também que esse seria o menor dos nossos problemas durante o fim de semana.
Assim, ele atuou com compreensão e com boa graça o tempo todo.’ Roberts também escreve que estava se reunindo continuamente com o FBI até e inclusive no dia anterior ao início do concerto, e que tinha a total cooperação deles.

Estudiosos questionam e pesquisam essa estranha conexão dos EUA com a rede da inteligência militar britânica. Uma nova recolonização inglesa que passou batido?

COMEÇA A EXPERIÊNCIA

LSD

Nos três dias do festival, os quase quinhentos mil jovens que compareceram ficaram sujeitos continuamente às drogas e à música rock. Devido às chuvas torrenciais, eles ficavam encharcados de lama. Não existiam abrigos, nem forma de sair. Os carros estavam estacionados a uma distância de mais de 13 quilômetros. Rosenman escreve que a chave para a “experiência de Woodstock” foi “manter os músicos tocando vinte e quatro horas por dia ... para manter os jovens transfixados...”

Investigando a fundo as raízes dos grandes festivais de rock sabemos que esses grandes eventos nada mais foram do que um grande laboratório para os Illuminati testarem seus métodos e darem um passo adiante em sua agenda de dominação através do controle mental e da perversão do comportamento das multidões.

“Dois dias antes da data prevista para o concerto, 50.000 jovens já tinham chegado a Woodstock. As drogas começaram a circular imediatamente. Muitas pessoas levaram seus bebês, e, como diz Roberts, até eles recebiam entorpecentes. Roberts escreve que em um lago próximo dali, ‘os pequenos nadavam nus, fumavam maconha e entravam no ritmo da música’.

“Uma pesquisa realizada pelo The New York Times no festival constatou que 99% das pessoas estavam fumando maconha. Os enviados do xerife local, totalmente sobrepujados, informaram que não fizeram nenhuma prisão por causa do uso dos entorpecentes. O jornal do dia 17 de agosto citou um policial que disse, ‘Se fôssemos prender, não haveria espaço suficiente no nosso condado nem nos três condados vizinhos para colocar todo mundo.’

“O uso da maconha não era o pior. Seguindo a idéia do projeto MK-Ultra original, a distribuição em massa do LSD viria em seguida, muito dele misturado com Coca-Cola, como o Pranksters, de Kesey tinha feito cinco anos antes. Roberts relata jocosamente o seguinte, ‘Um policial particularmente nervoso… recebeu uma Coca-Cola misturada com LSD enquanto estava orientando o trânsito. Muito tempo depois de a circulação dos veículos parar totalmente em um engarrafamento, o guarda ainda fazia sinais para eles. Finalmente, decidiram levá-lo embora.’

Ídolos

Alguns dos ídolos do rock que morreram no auge da carreira: Jimmy Hendrix, Janis Joplin, Jim Morrison, Brian Jones, John Bonham, John Lennon. Tornaram-se símbolos do movimento da contracultura e modelo de comportamento para milhões de jovens. Todos eles tiveram morte violenta em condições estranhas e mal explicadas. Todos eles estavam envolvidos com drogas pesadas e ocultismo/satanismo

“A chave para a ‘experiência de Woodstock’ foi ‘manter os músicos tocando vinte e quatro horas por dia … para manter os jovens transfixados…”

Gravy

Em 17 de agosto, o The New York Times informou: 'Hoje a noite, um locutor do festival advertiu do palco, que 'ácido com defeito de fabricação' estava em circulação. Ele disse, 'Vocês não estão recebendo veneno. O ácido não é veneno. Simplesmente veio com um defeito de fabricação. Vocês não vão morrer... Não pensem que foram envenados. Se você estiver preocupado, tome apenas meio comprimido.' “O conselho, para quase 500.000 pessoas, 'tome apenas meio comprimido' foi dado por ninguém menos que Wavy Gravy, o agente do MK-Ultra

Completamente alucinados, quase quinhentos mil jovens foram testados e controlados como animais em confinamento.

“Nos próximos três dias, os quase quinhentos mil jovens que compareceram ficaram sujeitos continuamente às drogas e à música rock. Devido às chuvas torrenciais, eles ficavam encharcados de lama. Não existiam abrigos, nem forma de sair. Os carros estavam estacionados a uma distância de mais de 13 quilômetros. Rosenman escreve que a chave para a ‘experiência de Woodstock’ foi ‘manter os músicos tocando vinte e quatro horas por dia … para manter os jovens transfixados…’

“Dentro das primeiras 24 horas, mais de 300 jovens precisaram receber cuidados médicos, violentamente enfermos. O diagnóstico: estavam tendo ‘viagens’ ruins com o LSD. Milhares de outros casos aconteceram em seguida. Em 17 de agosto, o The New York Times informou: ‘Hoje a noite, um locutor do festival advertiu do palco, que ‘ácido com defeito de fabricação’ estava em circulação. Ele disse, ‘Vocês não estão recebendo veneno. O ácido não é veneno. Simplesmente veio com um defeito de fabricação. Vocês não vão morrer… Não pensem que foram envenados. Se você estiver preocupado, tome apenas meio comprimido.’

“O conselho, para quase 500.000 pessoas, ‘tome apenas meio comprimido’ foi dado por ninguém menos que Wavy Gravy, o agente do MK-Ultra.

“Com um número crescente de ocorrências médicas para atender, foi feita uma solicitação à prefeitura de Nova York para que enviasse profissionais da saúde treinados em emergências médicas. Mais de 50 médicos e enfermeiros foram transportados de avião.
“Até o final de Woodstock, o número total de ocorrências médicas chegou a 5.000.

Drogas sempre e excessos sempre existiram. Mas foi a partir dos grandes festivais de rock que os Illuminati popularizaram e endeusaram o que se tornou o inferno das famílias de hoje. O aspecto mais desolador de escravidão ao mal e a consequente perda de Deus.

Mas isso ainda não era tudo. Teríamos ainda bem mais horror pela frente.

A geração de aquário

O efeito do LSD é tornar a vítima psicótica, juntamente com a incapacidade de discernir a realidade das alucinações induzidas pela droga. Para muitas pessoas, essa psicose (também chamada de 'viagem ruim') podia levar ao suicídio e isso realmente aconteceu com muitas pessoas

ALTAMONT: A CRIAÇÃO DE UM FILME COM MORTE REAL

Altamont

Mick Jagger, o vocalista líder dos Rolling Stones, representando Lúcifer. A apresentação do Festival de Altamont marcou o início dos concertos de 'heavy-metal' de hoje. Na foto, capa do disco “Satanic Majesties”

Para o público em geral, o sentido e mesmo o clímax de um supershow está no gigantesco ritual idolátrico que se forma sob o palco. Sob as luzes dos refletores, provocadoramente seus ídolos dão a tônica das mensagens que abertamente evocam as forças do mal, da rebeldia, da dissolução dos valores morais e cristãos, deflagrando a mais estarrecedora apoteose pagã.

“O último grande festival de rock dos anos 60 aconteceu no circuito de corrida de carros em Altamont, fora de San Francisco. Os músicos em destaque eram os Rolling Stones, que agora reinavam supremos no mundo do rock, pois os Beatles tinham se separado. A sugestão para o concerto veio de Ken Kesey, agente do MK-Ultra.

“Desta vez, a audiência foi levada ao frenesi, em louvor aberto ao Diabo. O resultado foi uma literal orgia satânica. No final, quatro pessoas estavam mortas e dezenas surradas e feridas. Mick Jagger, o vocalista que era líder dos Rolling Stones, representava o papel de Lúcifer. A apresentação marcou o início dos concertos de ‘heavy-metal’ de hoje.

Altamont

Como em Woodstock, o concerto de Altamont tornar-se-ia o veículo para a utilização em massa das drogas, especialmente o LSD

“Mais de 400.000 pessoas estiveram em Altamont que teve menos preparação ainda que Woodstock. Faltou comida e até água. No entanto, podia-se encontrar muita droga. Como em Woodstock, o concerto tornar-se-ia o veículo para a utilização em massa das drogas, especialmente o LSD. O autor Tony Sanchez descreve a cena à medida que as pessoas chegavam a Altamont: ‘Por volta das dez da manhã mais de 250.000 pessoas já estavam por ali, e as coisas estavam ficando caóticas. Havia muito ácido ruim (LSD-DP) em circulação, e, por toda a parte, as pessoas estavam ansiosas. Todos estavam entrando sob o efeito de drogas, aguardando as horas que faltavam para o início – erva mexicana, vinho californiano barato, anfetaminas…’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 195]

Mick Jagger e Helle Angel

Os Rolling Stones tinham contratado, segundo se informou, por 500 dólares, a gangue de motociclistas Hell´s Angels [Anjos do Inferno] para atuar como guardas de segurança para o concerto. No entanto, o pagamento real deles seria a receita obtida com a venda de drogas. Os Anjos do Inferno, uma gangue formada por ladrões, estupradores e assassinos, eram os controladores e fornecedores conhecidos de drogas em toda a costa oeste americana

“Por volta do meio-dia, todos estavam tendo suas ‘viagens’…. Um homem quase morreu quando tentou voar saltando de uma ponte – outro caso de alucinação provocada pelo ácido. Na outra ponta um rapaz gritava pedindo ajuda por ter caído nas águas profundas de um canal de drenagem. As pessoas, sob o efeito das drogas, somente olhavam ele afundar, sem distingüir se a cena era real ou mais uma alucinação. De qualquer forma, não importava mais, ele já estava morto. Por toda a parte, os médicos estavam atarefados realizando partos em mulheres jovens que davam à luz bebês prematuros.’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 195]

“A descida ao Inferno continuaria. Os Rolling Stones tinham contratado, segundo se informou, por 500 dólares, a gangue de motociclistas Hell´s Angels [Anjos do Inferno] para atuar como guardas de segurança para o concerto. No entanto, o pagamento real deles seria a receita obtida com a venda de drogas. Os Anjos do Inferno, uma gangue formada por ladrões, estupradores e assassinos, eram os controladores e fornecedores conhecidos de drogas em toda a costa oeste americana.

Altamont

Um grandalhão dos Anjos do Inferno (Hell's Angels), parecendo um urso, aproximou-se de Meredith Hunter para puxar seu cabelo com força e provocar uma briga.... A briga aconteceu, mais cinco Anjos vieram para ajudar o colega, enquanto Meredith tentava sair do meio daquela multidão. Um dos Anjos o pegou pelo braço e o esfaqueou nas costas. Durante todo o incidente, os Rolling Stones continuaram tocando 'Simpatia pelo Diabo'. Do palco, viam Meredith Hunter ser morto diante deles

“Quando o festival foi aberto, a multidão de quase meio milhão de pessoas esperou por mais de uma hora e meia até que os Stones aparecessem. Somente com o cair da noite, que permitia o uso de efeitos luminosos especiais, é que eles subiram ao palco. Mick Jagger, o vocalista, estava vestido com uma capa de cetim, que ficava vermelha sob as luzes. Ele estava imitando Lúcifer.

“O autor Sanchez descreve em seguida o que ele chama de ‘ritual satânico pré-planejado’. Quando o grupo começou a tocar, ‘estranhamente vários jovens começaram a tirar a roupa e a rastejar até o palco, como se fosse um altar, onde ofereciam-se como vítimas aos chutes e pauladas dos Anjos do Inferno. Quanto mais eles eram surrados, mais ainda se impeliam, como se motivados por uma força sobrenatural, para oferecerem-se como sacrifícios humanos a esses agentes de Satanás.’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 199]

“No meio da multidão, diante do palco, acompanhado por sua namorada, estava um homem negro chamado Meredith Hunter. Ele logo foi escolhido para ser o sacrifício humano.

Stones

Os Stones tinham acabado de lançar uma nova canção, 'Sympathy for the Devil' [Simpatia pelo Diabo]. Rapidamente o disco tornou-se o maior sucesso no país. A música começa com Mick Jagger apresentando-se como Lúcifer. Quando ele começou a cantá-la em Altamont, todo o público se levantou e começou a dançar freneticamente

“Os Stones tinham acabado de lançar uma nova canção, ‘Sympathy for the Devil’ [Simpatia pelo Diabo]. Rapidamente o disco tornou-se o maior sucesso no país. A música começa com Mick Jagger apresentando-se como Lúcifer. Quando ele começou a cantá-la em Altamont, todo o público se levantou e começou a dançar freneticamente.

“Sanchez descreve o que aconteceu em seguida, ‘Um grandalhão dos Anjos do Inferno, parecendo um urso, aproximou-se de Meredith Hunter para puxar seu cabelo com força e provocar uma briga…. A briga aconteceu, mais cinco Anjos vieram para ajudar o colega, enquanto Meredith tentava sair do meio daquela multidão. Um dos Anjos o pegou pelo braço e o esfaqueou nas costas. A faca não penetrou muito, mas Meredith percebeu que precisaria lutar muito para continuar vivo. Ele puxou uma arma do bolso e apontou-a direto para o peito de um dos Anjos…. E então os Anjos cairam em cima dele como uma alcatéia de lobos. Um deles tomou a arma da sua mão, outro o esbofeteou na cara e ainda outro batia nele repetidamente, insanamente, nas costas, até que os joelhos fraquejaram.’

“Quando os Anjos acabaram com a surra, várias pessoas tentaram ajudar Meredith, mas um dos Anjos montou guarda ao lado do corpo inerte. ‘Não toquem nele’, disse ameaçadoramente. ‘Ele vai morrer mesmo, então deixem que morra.’ [Tony Sanchez, ibidem, pg 202]
“Nunca ficou provado que Meredith tinha uma arma. Mais tarde, foram feitas algumas prisões, mas ninguém foi indiciado porque ninguém se apresentou como testemunha, por temor de retaliação dos Anjos do Inferno.

Altamont

Durante todo o incidente, os Rolling Stones continuaram tocando 'Simpatia pelo Diabo'. Do palco, viam Meredith Hunter ser morto diante deles. Além disso, incrivelmente, todo o assassinato foi filmado por uma equipe profissional contratada para filmar o concerto. Pouco tempo depois, o filme foi lançado com o título de uma canção dos Rolling Stones, chamada 'Gimme Shelter' [Dê-me Abrigo]

“Durante todo o incidente, os Rolling Stones continuaram tocando ‘Simpatia pelo Diabo’. Do palco, viam Meredith Hunter ser morto diante deles. Além disso, incrivelmente, todo o assassinato foi filmado por uma equipe profissional contratada para filmar o concerto. Pouco tempo depois, o filme foi lançado com o título de uma canção dos Rolling Stones, chamada ‘Gimme Shelter’ [Dê-me Abrigo].

“O assassinato foi planejado por satanistas? Em seu livro The Ultimate Evil, o autor Maury Terry diz que as seitas satânicas circulam entre si filmes de seus sacrifícios humanos. Esses filmes são chamados de ‘filmes com morte real’. Terry relata que um dos sete assassinatos perpetrados pelo Filho de Sam em Nova York foi na verdade filmado a partir de um veículo estacionado nas proximidades. O filme foi depois comprado por um satanista rico. ‘Gimme Shelter’, que fez muito sucesso nas bilheterias, ainda hoje pode ser adquirido ou alugado por somente alguns reais, em qualquer locadora de vídeo.

Certamente muito do que aconteceu por lá jamais saberemos. Mas do que se tem notícia traduz-se em patético e assustador. Afinal, é estarrecedor quando nos damos conta de que esses mesmos artistas ainda hoje são mega celebridades. Mais estarrecedor é constatar a influência que ainda exercem nas massas.

Um exemplo disso foi a mega apresentação dos Rolling Stones em Copacabana, Rio, em fevereiro de 2006. Apesar de sessentões, ainda conseguem enlouquecer uma multidão de 1,3 milhão de pessoas ao vivo (além de mais outros tantos milhões em cadeia nacional de televisão, internet, tv a cabo) e levar um dinheiro astronônico de uma cidade de terceiro mundo, cujo sistema de educação e saúde estão completamente falidos.

O QUE HÁ POR TRÁS DO ROCK “HEAVY-METAL”

Lúcifer

Estátua de Lúcifer na catedral Saint-Paul de Liège, na Bélgica. Na escultura há interessantes detalhes como a lágrima no olho direito, expressão de desalento, tristeza, e perda da liberdade no rosto, as unhas das asas e dos pés envergadas. Foi esculpida em mármore branco, pelo escultor belga Guillaume Geefs

No Relatório da Força-Tarefa de Abuso Ritual, Comissão para a Mulher do Condado de Los Angeles, que trata do uso do controle da mente e dos abusos rituais, lê-se o seguinte: “Permanece a crença errônea de que atividades satânicas e outras atividades rituais são isoladas e raras. A Comissão para a Mulher reconheceu a necessidade do aprendizado e da disseminação de informações sobre este assunto. Em fevereiro de 1988, a Força-Tarefa de Abuso Ritual foi formada. A Força-Tarefa é formada por profissionais das áreas de medicina, saúde mental, educacional, policial, da promotoria pública e da igreja, atuando com sobreviventes adultos e pais de crianças vítimas”. (Cf. www.istoecatolico.com.br/index.php/Download-document/5-Abuso-Ritual.html)

Infelizmente subestima-se o envolvimento dos astros do rock com as práticas ocultistas e, em muitos casos, pais e avós iniciam seus filhos e netos na idolatria desses artistas.

Conforme descreve Phau de forma até suscinta, a ligação com as seitas satanistas por trás do rock “heavy-metal” e suas outras vertentes é muito mais estreita do que podemos imaginar.

“O mesmo ano em que houve o festival de Altamont, 1969, marcou o início da carreira maligna de Ozzy Osbourne Ele formou a banda The Black Sabbath [Sabá Negro, ou Missa Negra]. O grupo modelou-se nos The Rolling Stones. Os próximos quinze anos testemunhariam uma procissão de músicos de rock drogados, como Osbourne, todos competindo pelo ‘dinheiro grande’ e pelos contratos de gravação. O critério-chave para conseguir firmar um contrato era a capacidade de retratar decadência e malignidade. Esses eram os grupos de ‘heavy-metal’.

“Em 1985, o jornal New Solidarity, que depois foi forçado pelo governo federal a encerrar as atividades, conduziu uma entrevista com Hezekiah Ben Aaron, na época um membro de terceiro escalão na Igreja de Satanás. Hoje, Ben Aaron é um cristão dedicado. Na entrevista, ele revelou que foi sua igreja que lançou grupos de rock como Black Sabbath, The Blue Oyster, Cult, The Who, Ozzy Osbourne, e muitos outros. Naquela época, a Igreja de Satanás era liderada por seu sumo-sacerdote, Anton LaVey. Há quem diga, porém, que LaVey, um ex-domador de leões no circo, era apenas um testa-de-ferro para o verdadeiro sumo-sacerdote, Kenneth Anger, o homem que aliciou os Rolling Stones para o ocultismo.

Black Sabbath

Na entrevista, o ex-mambro da Igreja Satânica de LaVey, Hezekiah Ben Aaron, revelou que foi sua igreja (Igreja de Satanás) que lançou grupos de rock como Black Sabbath, The Blue Oyster, Cult, The Who, Ozzy Osbourne, e muitos outros. Naquela época, a Igreja de Satanás era liderada por seu sumo-sacerdote, Anton LaVey. Há quem diga, porém, que LaVey, um ex-domador de leões no circo, era apenas um testa-de-ferro para o verdadeiro sumo-sacerdote, Kenneth Anger, o homem que aliciou os Rolling Stones para o ocultismo

“O seguinte é um trecho dessa entrevista: ‘Eu estava trabalhando para a igreja… a igreja tinha outras pessoas que eram os intermediários para outras companhias. Eram intermediários para a gravadora Apple [criada pelos Beatles], Warner Brothers, e outras gravadoras. Uma pessoa vinha até mim e dizia, ‘Tenho uma fita gravada e gostaria que você ouvisse. Estaria interessado em patrocinar um novo grupo de rock?’ Eu respondia, ‘Claro, prometo que vou ouvir’. Alguns dias mais tarde Ben Aaron ligava para o grupo e marcava outra reunião. ‘Eu entregava US$ 100.000 e eles não assinavam nada. O que não sabiam é que um espelho colocado na parede era transparente de um único lado e estávamos gravando e filmando tudo. O pagamento dos juros, se você não conseguisse fazer sucesso, era realmente muito pesado. Algumas vezes, chegava a 60%, em dólares’.

“A entrevista de Aaron continuou: ‘enviávamos o grupo a uma loja, comprávamos as roupas que eles usariam, os amplificadores, tudo pago com o dinheiro que eles receberam. Organizávamos apresentações e viagens, enchendo a agenda do grupo de compromissos.’

“Ele então explicou que se o grupo não fizesse o sucesso esperado, recebia ordens de devolver todo o dinheiro ou fazer ‘outros acertos’. Esses ‘outros acertos’ provavelmente é o que explica as dezenas de ‘suicídios’ de astros do rock. A máfia do submundo tem muitos modos de eliminar aqueles que não pagam suas dívidas. Alguns leitores podem lembrar a seguinte declaração que o Beatle John Lennon fez à imprensa internacional em 1966: ‘O cristianismo vai acabar. Vai acabar. Vai diminuir cada vez mais e desaparecer. Nem preciso discutir isso. Estou certo e o tempo vai provar que tenho razão. Neste momento, somos mais famosos que Jesus Cristo.’

“Esperemos que o tempo prove que ele estava enganado.

“Ele estava enganado. O tempo já provou isso.

“John Lennon foi assassinado em 8 de dezembro de 1980 por Mark David Chapman, um de seus admiradores.

“Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.” [Pv 14:12] (2)

Até aqui o artigo de Donald Phau.

“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mt 16:26)

Meninos do Brasil

Em nosso país, a explosão deliberada das drogas e toda a libertinagem subseqüente, deflagrou na degeneração moral das últimas gerações, destruiu o conceito de religião, família, sociedade e resultou, em última análise, na problemática da mais brutal e insolúvel degradação moral/espiritual. Diante de nossos olhares estarrecidos, o constrangedor silêncio dos intelectuais atesta que, agora, são os meninos do tráfico o braço direito dos que ocultamente promovem e governam o caos planetário

Poderíamos continuar interminavelmente citando declarações, reportagens e entrevistas, excertos de diários de celebridades do mundo do rock, declarações de fãs, etc. Mas basta-nos o artigo acima exposto, uma vez que as grandes mídias endossam e distorcem eventos do show business como meio de lucros estratosféricos e também por fazer parte de todo o esquema.

Certamente, artigos assim continuarão sendo lidos de nariz torcido, tidos como fanatismo de cristãos fundamentalistas.

Inúmeros movimentos, estilos, astros e bandas de rock viriam depois do movimento da contracultura e dos festivais de rock que promoveram a “era de aquário”.

Muita coisa mudou desde então. O que permaneceu foi o trinômio drogas, sexo e rock n’ roll, inflamado pelas mesmas doutrinas anticristãs e satanistas —agora muito melhor estruturadas e influentes, assimiladas naturalmente sob o rótulo de “entretenimento”.

Conclusão

Resgate

Atravessando a noite dos séculos, o chamado do Senhor ainda ecoa pelo deserto das consciências e dos corações atormentados: “Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mt 16:26)

Fazendo uma retrospectiva histórica desses movimentos e suas raízes, constatamos a veracidade das palavras de Jesus, as profecias dos antigos profetas e a impressionante atualidade das Mensagens de Maria Santíssima.

Todos Eles são muito claros ao profetizar que o mundo, por seu afastamento de Deus e com a perda da verdadeira religião, haveria de passar por essa espantosa provação pela qual, estupefatos, nos damos conta hoje. E exatamente por isso mesmo todo o esforço do governo oculto do mundo está focado encarniçadamente em destruir e substituir a mensagem redentora do Céu.

E no entanto, atravessando a noite dos séculos, o chamado do Senhor ainda ecoa pelo deserto das consciências e dos corações atormentados:

“Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?” (Mt 16:26)

E realmente o preço pago por todo aquele que viveu e propagou as doutrinas da contracultura foi alto demais: o preço da própria alma, conforme premonitoriamente expressou John Lennon em uma de suas músicas, pouco antes de ser assassinado. Na canção Scared (Apavorado), ele confessa:

“Estou apavorado, apavorado, apavorado / Estou apavorado, tão apavorado / Estou apavorado, apavorado, apavorado
Enquanto os anos se vão / E o preço que paguei se desmancha como palha / Você não tem que sofrer
É o que é / Nem o sino, nem o livro, nem a vela / podem tirar você disso: oh não (…)
Cada dia de minha vida / Não faço mais que sobreviver
Só quero continuar vivo / Você não tem que se preocupar
Com o paraíso ou o inferno / Dance com a música apenas
Você faz isso tão bem!
Ódio e ciúmes vão ser a minha morte
Eu creio que sabia disso desde o começo (3)

Também Mick Jagger, o líder dos Rolling Stones declarou:

“Um dia terei que acertar minhas contas com o diabo, como Fausto (personagem do alemão Goethe). Mas por que deixar de desfrutar do sol de hoje para pensar nas nuvens de amanhã?” (4)

(Cf. 27.- O APOCALIPSE DE LA SALETTE: “O CORAÇÃO DAS MENSAGENS DE MARIA” (1846)
e também 65.- Palavras de Jesus sobre o fim dos tempos ).

________

Fontes de consulta:

1 – Donald Phau. Artigo publicado originalmente no website Dial-The-Truth Ministries http://www.av1611.org/. Versão portuguresa pode ser encontrada em A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/raizrock.asp – acesso em 12/07/2007.

2 – Donald Phau. Artigo publicado originalmente no website Dial-The-Truth Ministries http://www.av1611.org/. Versão portuguresa pode ser encontrada em A Espada do Espírito: http://www.espada.eti.br/raizrock.asp – acesso em 12/07/2007.

3 – John Lennon, canção Scared (Apavorado) – trad. de Editora Três, pág. 38.

4 – Efe, em Berlim. (Cf. http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u382003.shtml).

Fonte: Repórter de Cristo

Coral: como surgiu, quais os tipos e seus efeitos em nós.

“O Poder da Música pode construir ou destruir.

O Coral que louva a Deus é uma linda oração, tem força para evangelizarmos.”

A Palavra de Deus nos mostra como e onde surgiu o Coral: Podemos ver que no Céu, os anjos louvam a Deus, face-a-face musicalmente, cantam louvores a Ele, que É Digno eternamente.

“Depois disso, ouvi no céu como que um imenso coro que cantava: Aleluia! A nosso Deus a salvação, a glória e o poder, porque os seus juízos são verdadeiros e justos. Ele executou a grande Prostituta que corrompia a terra com a sua prostituição, e pediu-lhe contas do sangue dos seus servos. Depois recomeçaram: Aleluia! Sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos.
Então os vinte e quatro Anciãos e os quatro Animais prostraram-se e adoraram a Deus que se assenta no trono, dizendo: Amém! Aleluia! Do trono saiu uma voz que dizia: Cantai ao nosso Deus, vós todos, seus servos que o temeis, pequenos e grandes.Nisto ouvi como que um imenso coro, sonoro como o ruído de grandes águas e como o ribombar de possantes trovões, que cantava: Aleluia! Eis que reina o Senhor, nosso Deus, o Dominador!”
(Ap. 19,1-6)
“Fiz então subir à muralha os chefes de Judá, e formei dois grandes coros para o cortejo. Um ia pela direita, por cima da muralha, na direção da porta da Esterqueira.

(Neemias 12,31)

O segundo coro pôs-se a caminho por cima da muralha, do lado oposto; a este é que eu seguia com a outra metade da multidão. (Neemias 12, 38)

Os dois coros se detiveram na casa de Deus, bem como eu e a metade dos magistrados que me acompanhavam.” (Neemias 12, 40)

“Coral de Anjos louvam a Deus no Céu!”

“Coral de Homens Louvam a Deus na terra e no Céu!”

Coro (grupo de cantores)

Um coro ou coral é um grupo de cantores distribuídos por naipes segundo a tessitura de suas vozes.
Na música ocidental, um coro misto (de vozes adultas, masculinas e femininas) compõe-se de quatro naipes: Baixos, Tenores, Contraltos eSopranos; incluindo, algumas vezes, também as vozes intermédias: Barítono e Mezzo-soprano mais frequentemente ditas 2º Tenor e 2º Soprano, respectivamente.

Tipos de coral:

Coral de homens que amam a Deus:

Cantemos ao Senhor o canto do Amor (Dos sermões de santo Agostinho)

Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembléia dos fiéis” (Sl 149,1). Somos convidados a cantar um canto novo ao Senhor. O homem novo conhece o canto novo.O canto é uma manifestação de alegria e, se examinarmos bem, é uma expressão de amor. Quem, portanto, aprendeu a amar a vida nova, aprendeu também a cantar o canto novo. É, pois, pelo canto novo que devemos reconhecer o que é a vida nova. Tudo isso pertence ao mesmo Reino: o homem novo, o canto novo, a aliança nova.

Não há ninguém que não ame. A questão é saber o que se deve amar. Não somos, por conseguinte, convidados a não amar, mas sim a escolher o que havemos de amar. Mas o que podemos escolher, se antes não formos escolhidos? Porque não conseguiremos amar, se antes não formos amados. Escutai o apóstolo João: “Nós amamos porque ele nos amou primeiro” (cf.1Jo 4,10). Procura saber como o homem pode amar a Deus; não encontrarás resposta, a não ser esta: Deus o amou primeiro. Deu-se a si mesmo aquele que amamos, deu-nos a capacidade de amar. Como ele nos deu esta capacidade, ouvi o apóstolo Paulo que diz claramente: “O amor de Deus foi derramado em nossos corações.” Por quem? Por nós, talvez? Não. Então por quem? Pelo Espírito Santo que nos foi dado (Rm5,5).

Cantai com a voz, cantai com o coração, cantai com os lábios, cantai com a vida: Cantai ao Senhor Deus um canto novo. Queres saber o que cantar a respeito daquele a quem amas? Sem dúvida, é acerca daquele a quem amas que desejas cantar. Queres saber então que louvores irás cantar? Já o ouviste: Cantai ao Senhor Deus um canto novo. Que louvores? Seu louvor na assembléia dos fiéis. O louvor de quem canta é o próprio cantor.

Quereis cantar louvores a Deus? Sede vós mesmos o canto que ides cantar. Vós sereis o seu maior louvor, se viverdes santamente.

Coral de homens que cantam por cantar ou somente por gostar.

Existe também o coral de pessoas que cantam para divertirem-se, cantam porque gostam de música, de se apresentarem, de serem vistos por outras pessoas, para serem aplaudidos, cantam para ganharem dinheiro, entre outros motivos de estarem em um coral.

Coral Satânico


“Este anjo cobridor, era nada menos que regente do coro celestial. Antes de acalentar seu próprio ego com desejos e sonhos impossíveis para uma criatura, ele era um ser perfeito e cheio de beleza e sabedoria. Mas este anjo desejou o trono de Deus.” (Ezequiel 28:15; Isaias 14:13,14)

Veja o exemplo nessa música: Nas Palavras de Satanás.

(Mostra que Satanás canta, e tem muita gente cantando com ele, sabendo ou não)

Estive aqui desde o início
Sei exatamente como você funciona
Eu sei todos os seus desejos
Sei o que faz você perder as estribeiras
Estive mentindo desde o início só para lhe fazer ter um papel na minha vingança infinita contra o Deus Pai

Ódio
Tudo o que ele é
E te faço odiá-lo também
Fazer você odiá-lo com suas ações é tão fácil para mim
Porque você gosta …
O pecado é bom para o ego …
Você ama …
Oh, vamos querido

E todo o tempo, eu estou te enrolando
Como o meu perfeito pequeno fantoche, você é meu robô favorito, bem-vindo ao show, mas eu estou vendo você e todos do inferno estão comigo também fazendo minhas mentiras parecerem verdade

Ah, e sempre tem uma mentira que funciona pra todo mundo, todo mundo
Uma mentira que abre seu coração para que eu possa ter um pouco mais do seu livre-arbítrio
Eu estou enrolando você
Enrolando você
Dá-me o controle é por isso que eu estou dizendo a você
Vendendo você
Nada
Tudo
Apelando para o seu jeito humano de ser e eu uso tudo contra você só para impedir seus olhos de ver além da vida que você leva
Além do momento em que você está
Além do prazer do seu pecado

Ou do cigarro que você está fumando
Sufocando em sua luxúria
Eu vou fazer você bêbado com orgulho
Tão profundamente afundando em meu sistema que você não vai ver a luz
Não importa se eu estou afogando você
Eu continuo te enganando …

Porque eu não te conto
Que o Deus nos céus
Quem ama você
Quem anseia por você
Eu não te conto
Sobre a liberdade do perdão e da verdade
Por que eu iria dizer?
Por que eu iria dizer a verdade?

Mas eu vou dizer que há milhões de anos explodiu um acidente
E você é o resultado desse desconhecido cósmico sem nenhum propósito real
Criado por nenhuma intenção real
A razão da sua existência é mera coincidência
Assim, tudo o que resta é o que você pode ganhar
Qualquer coisa que você anexar ao seu dia você decide
Mmm, mas eu o ajudo a reconhecer as coisas importantes na vida
Introduzindo: dinheiro, é a raiz de todo mal, eles dizem assim
Eu te faço ter a importância do salário que te pagam, escravo de sua propriedade
Suas joias
Seus carros coisas
Anúncios que ficam na TV para que você queria aquela joia
Vendendo pouco a pouco os pedaços da sua alma
Subindo a escada do controle econômico
Ah, a ganância do homem o torna tão fácil para perverter o plano do Pai

Ou eu vou te dizer …
Existe um paraíso, mas há muitas maneiras de entrar nele
O mantenho confuso para que você continue ligado ao seu pecado
Digo que existem muitos caminhos para o mesmo Deus
Mantenho-o distraído com os seus métodos para que o seu coração fique duro,
Eu vou fazer você achar que tem espiritualidade, mas é realmente apenas alquimia emocional
Ah, a vaidade da auto-idolatração eu nunca deixarei você ver que isso perdura
Hedonismo! Whoo!
E é o hino desta geração
Vamos lá, beber, cheirar ele, fuma, engoli-lo
Mastigar minha ilusão de liberdade até que você vomitar

E eu ainda não te conto
Que o Deus nos céus
Quem ama você
Quem anseia por você
Eu não te conto
Sobre a liberdade do perdão e da verdade
Por que eu iria dizer?
Por que eu iria dizer a verdade?

*Essa música é da banda The Arrows.O nome da música é In The Words of Satan. (abaixo podemos ouví-la)

…e tecnicamente falando…

Sem levar em consideração a qualidade do coro pode-se fracionar o canto coral nos seguintes tipos:

coros profissionais oficiais
Normalmente ligados a uma instituição pública da área da cultura. Secretarias de cultura, fundações e etc. apresentam repertórios clássicos e os cantores são músicos. Regente, preparadores vocais, cantores e músicos co-repetidores são remunerados. No mundo todo é rara a incidencia deste tipo de grupo.

coros oficiais
São grupos de canto coral amadores, apenas o regente e músico acompanhante são remunerados, os cantores são voluntários, não obstante serem músicos. Apresentam repertório de alta qualidade.
coros universitários
Grupos formados em universidades e faculdades. A maioria desses grupos não é ligada ao departamento de música da referida universidade, são ligados às pró-reitorias de extensão e abertos à comunidade. O regente é um professor da instituição e os cantores são pessoas da comunidade. Os coros universitários apresentam repertório de alta qualidade e costumam sagrarem-se campeões em concursos internacionais. É um dos tipos mais antigos de coro.

coros de igreja
O mais antigo tipo de coro, os coros de igreja são formados por religiosos músicos, o canto coral se desenvolveu nas atividades dos coros de igreja. Apresentam repertório sacro e religioso de altíssima qualidade e excelência musical. Giovanni Pierluigi da Palestrina e Johann Sebastian Bach escreveram para este tipo de coro.
coros de empresa
São corais formados por funcionários e colaboradores dos mais diversos tipos de empresa. As empresas investem na qualidade de vida de seus funcionários e obtem resultados artísticos. Nos EUA e na Europa existem ótimos coros de empresa que realizam repertório de música popular e folclórica. É nesse tipo de grupo que os regentes obtém maior remuneração.

coros etários
Notadamente os coros infantis e os coros de 3ª idade. É o tipo de coro onde os cantores são escolhidos pela faixa etária e funcionam como uma atividade social que sobrepuja as questões musicais. Os regentes são contratados por instituções que mantém projetos nessa área e os cantores, normalmente, pagam para participar do grupo. Desde 1990 há um crescente aumento da participação deste tipo de grupo em festivais e encontros.

coros de gênero
São os coros onde os cantores são selecionados por seu gênero, masculinos ou femininos. Muito repertório para esse tipo de coro foi produzido. Os coros femininos e masculinos normalmente cantam a três vozes (SMA ou TBBx) e apresentam repertório de excelência musical.

meninos cantores
Tipo de grupo praticamente extinto, formado por meninos e homens, normalmente ligado a igreja católica. Os meninos cantavam a parte de soprano e alto e os homens as partes de tenor e baixo, muito repertório de qualidade foi produzido para esse tipo de coro. Atualmente a Capela Sistina, do Vaticano é um dos últimos remanescentes desse tipo de formação.

coros étnicos
Os grupos se reúnem em torno da questão étnica. Normalmente executam repertório de música folclórica de boa qualidade. Alguns grupos étnicos da África produzem repertório de excelência musical e realizam turnês internacionais. Na maioria dos casos os regentes são remunerados e os cantores colaboram na manutenção do grupo.

coros com fins terapêuticos e sociais
Recentemente (a partir de 1990) apareceram em festivais e encontros de corais grupos que se reúnem para utilizar o canto coral com fins terapêuticos, como na musicoterapia, também tem se apresentado grupos ligados a instituições sociais voltadas a jovens e adolescentes em situação de risco. Nesses grupos os regentes são contratados e assumem outros papéis.

coros independentes
Os coros independentes são aqueles que se mantém por si próprios. Os grupos independentes normalmente apresentam repertório de alta qualidade e de todos os estilos. O grupo se mantém pela participação de cantores, regentes e comunidade. Um bom número de coros independentes se organiza no sentido deONGs.

Então, em que coral você canta hoje?

Dos homens que louvam a Deus na terra e no Céu?

Dos homens que cantam por cantar, para si mesmos?

Dos homens que cantam para satanás?


A música tem uma grande poder sobre nossas vidas, não nos deixemos contaminar por músicas que satanás faz e que está lançando sempre através de seus representantes no mundo.

Cantemos e ouçamos músicas fundamentadas na Palavra de Deus e de pessoas que vivem em intimidade com Deus, Ele sim, é a nossa fonte inspiradora de amor e que só faz bem a nossa alma.

Fonte: http://reporterdecristo.com/coral-como-surgiu-quais-os-tipos-e-seus-efeitos-em-nos/

Clipe da Música “Bem Aventurado Ano Novo”

A letra da música é de autoria do ajudante da obra COT José Viveiros.

Na verdade, trata-se de uma profecia para esse ano de 2008.

As imagens foram capturadas no Reveillon COT 2008.

Clipe da música na Cruz do Amor

Assista ao clipe produzido para o show de lançamento Totus Tuus que foi exibido durante a música “Na Cruz do Amor” de Célio Gonçalves, interpretada por Lidiane Ferreira: